Quando a vida lhe derrubar e se sentir um perdedor se levante e mostre que apesar de tudo e dos problemas você ainda é forte e consegue se erguer pois aquele que não desiste e vai a luta supera tudo...Eis o paradoxo do desistir o prossseguir mesmo em meio as quedas..Por que tem um ser que sempre vai te amparar esse ser que te ama muito se chama DEUS
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Feliz...
Hoje acordei angustiado....
O que é angustia?
Acho que e anseio para felicidade pois estou feliz e feliz....
Amar e amar eis a questão...
Para uma pessoa muito especial TE AMOOOOOO....SEMPRE TE AMOOOOOO...
Eis o misterio da felicidade o AMOR
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O que é angustia?
Acho que e anseio para felicidade pois estou feliz e feliz....
Amar e amar eis a questão...
Para uma pessoa muito especial TE AMOOOOOO....SEMPRE TE AMOOOOOO...
Eis o misterio da felicidade o AMOR
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O motivo de se chamar cemitério
Muitas das vezes me via perdido entre lagrimas pela vida...
Não sabia o que fazer para que a dor acaba_se...
A amargura a frustação a falta de esperança...
Foi então que comecei a colocar em papel em cor vermelha todos meus sentimentos mais profundos
Desesperado sem saber o que fazer onde chegar o que procurar...
Melancolico pelas noites começei a frenquenta cemitérios perdido vagando pela rua a noite.
Dentro do cemitério encontrava paz era onde podia ficar só ter algums minutos comigo mesmo
Era la que chorava para o mundo e tinha comigo somente a companhia da noite do vento frio que tocava minha face e as doces e belas estatuas que ali estavam serenas...
E isso mesmo por muito tempo estive vagando por algo inutil sofrendo por pessoas que não mereciam uma gota das minhas lagrimas...
Pois bem mais tudo tem um porém...Por muito tempo me prendi do mundo me fiz refem da minha mente dos meus medos dos meus anseios das minhas magoas das minhas angustias do meu desespero...Isso doi muito...
Por algum tempo me fiz refém do ser sub que abita nossa mente
E todas as noites frias sentado em um tumulo eu morria a cada lagrima que cai no papel escuro por causa da noite porém escrito em cor vermelha sentimentos desesperados grotescos que saia de dentro de mim de forma desesperadora...
Foi ai que achei um meio de descarrega de mim todos esses sentimentos de magoa de odio de dor enterrando eles em um proprio cemitério criado por mim mesmo...Não sabia onde nem como fazer ate que veio a ideia de criar meu proprio cemitério para poder enterrar nele meus sentimentos de angustia em forma de palavras...
Enfin a unica forma que encontrei...Gótico uma vez sempre Gótico hoje não partilho mais da cultura como antes mais ainda carrego em mim traços...
Algo que posso partilha com vocês um gótico quando ama uma pessoa ele entrega corpo e alma a essa pessoa amor sincero capaz de mover mundos para acontecer amor que da força para viver e cumprir os propositos e missões a ele destinado uma pessoa que é amada por um gótico recebe dele todo o carinho que ele e capaz de oferecer existente no mundo...
Pois bem mais enfim para finalizar o proposito do cemiterio....Foi criado para enterra nele sentimentos...
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Não sabia o que fazer para que a dor acaba_se...
A amargura a frustação a falta de esperança...
Foi então que comecei a colocar em papel em cor vermelha todos meus sentimentos mais profundos
Desesperado sem saber o que fazer onde chegar o que procurar...
Melancolico pelas noites começei a frenquenta cemitérios perdido vagando pela rua a noite.
Dentro do cemitério encontrava paz era onde podia ficar só ter algums minutos comigo mesmo
Era la que chorava para o mundo e tinha comigo somente a companhia da noite do vento frio que tocava minha face e as doces e belas estatuas que ali estavam serenas...
E isso mesmo por muito tempo estive vagando por algo inutil sofrendo por pessoas que não mereciam uma gota das minhas lagrimas...
Pois bem mais tudo tem um porém...Por muito tempo me prendi do mundo me fiz refem da minha mente dos meus medos dos meus anseios das minhas magoas das minhas angustias do meu desespero...Isso doi muito...
Por algum tempo me fiz refém do ser sub que abita nossa mente
E todas as noites frias sentado em um tumulo eu morria a cada lagrima que cai no papel escuro por causa da noite porém escrito em cor vermelha sentimentos desesperados grotescos que saia de dentro de mim de forma desesperadora...
Foi ai que achei um meio de descarrega de mim todos esses sentimentos de magoa de odio de dor enterrando eles em um proprio cemitério criado por mim mesmo...Não sabia onde nem como fazer ate que veio a ideia de criar meu proprio cemitério para poder enterrar nele meus sentimentos de angustia em forma de palavras...
Enfin a unica forma que encontrei...Gótico uma vez sempre Gótico hoje não partilho mais da cultura como antes mais ainda carrego em mim traços...
Algo que posso partilha com vocês um gótico quando ama uma pessoa ele entrega corpo e alma a essa pessoa amor sincero capaz de mover mundos para acontecer amor que da força para viver e cumprir os propositos e missões a ele destinado uma pessoa que é amada por um gótico recebe dele todo o carinho que ele e capaz de oferecer existente no mundo...
Pois bem mais enfim para finalizar o proposito do cemiterio....Foi criado para enterra nele sentimentos...
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?
Tristeza é quando chove
quando está calor demais
quando o corpo dói
e os olhos pesam
tristeza é quando se dorme pouco
quando a voz sai fraca
quando as palavras cessam
e o corpo desobedece
tristeza é quando não se acha graça
quando não se sente fome
quando qualquer bobagem
nos faz chorar
tristeza é quando parece
que não vai acabar”
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmol, assim triste, assim amargurado,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?
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quando está calor demais
quando o corpo dói
e os olhos pesam
tristeza é quando se dorme pouco
quando a voz sai fraca
quando as palavras cessam
e o corpo desobedece
tristeza é quando não se acha graça
quando não se sente fome
quando qualquer bobagem
nos faz chorar
tristeza é quando parece
que não vai acabar”
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmol, assim triste, assim amargurado,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?
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Ei o que e isso?
As vezes ja se perguntou o que é isso?
Isso o que?
O que que é?
Não sei o que e isso?
Mais como e isso?
O que?
Eu não sei...
Mais o que nao sei?
Mais o que deveria saber sobre isso?
Mais afinal o que é isso?
Não sei o que fazer...
Sera que é isso?
O que é isso por favor...
Não sei o que e isso...
Simplesmente e isso
Pode me ajuda a desvendar isso?
Sera que você pode?
????
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Isso o que?
O que que é?
Não sei o que e isso?
Mais como e isso?
O que?
Eu não sei...
Mais o que nao sei?
Mais o que deveria saber sobre isso?
Mais afinal o que é isso?
Não sei o que fazer...
Sera que é isso?
O que é isso por favor...
Não sei o que e isso...
Simplesmente e isso
Pode me ajuda a desvendar isso?
Sera que você pode?
????
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Desespero
O que é o desespero?
Uma vontade imensa de fazer algo?
Um medo?
Uma insegurança?
Ou simplesmente um ponto de ? nas nossas cabeças
Não sei do que se trata essa palavra pois ela faz com que agente chegue a um estado de espirito
muito intensificado.
Em desespero tudo aumenta tudo a vontade de tudo aumenta.
Em consequência o medo a insegurança.
Desespero....
Impossivel de explicar
Onde esta ligado o desespero em nossas mentes?
Você sabe me responder?.......
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Uma vontade imensa de fazer algo?
Um medo?
Uma insegurança?
Ou simplesmente um ponto de ? nas nossas cabeças
Não sei do que se trata essa palavra pois ela faz com que agente chegue a um estado de espirito
muito intensificado.
Em desespero tudo aumenta tudo a vontade de tudo aumenta.
Em consequência o medo a insegurança.
Desespero....
Impossivel de explicar
Onde esta ligado o desespero em nossas mentes?
Você sabe me responder?.......
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Recomendando livros
Oi oi...
Esou passando para recorda um livro muito legal que li que se chama "A menina que roubava livros"
Livro super interesante onde o narrador e a morte...
Que conta a historia de uma menina que fugiu dela 3 vezes
A grande ladrona de livros liesel....Vale a pena conferir....
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Esou passando para recorda um livro muito legal que li que se chama "A menina que roubava livros"
Livro super interesante onde o narrador e a morte...Que conta a historia de uma menina que fugiu dela 3 vezes
A grande ladrona de livros liesel....Vale a pena conferir....
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Como é belo o brilho da lua sobre as estrelas
A paz que paira o ar
A brisa que toca tua pele
Como é belo o céu estrelado
O brilho infinito e mistérioso
As nuvens escuras que flutuam
A lua prata que esconde segredos
Como é linda a noite
O gramurosa noite que nos toma em descanso
Noite que nos traz paz ou temores
A noite a divina noite que por sua vez nos encobre no mistério da vida
Noite após noite...Apreciando a beleza que se esconde
Mistériosa beleza que meus olhos mortais não são capazes de encherga
Tamanha grandeza...infinita
O noite..noite...noite... Grande mãe do destino...
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A noite..
Como é belo o brilho da lua sobre as estrelasA paz que paira o ar
A brisa que toca tua pele
Como é belo o céu estrelado
O brilho infinito e mistérioso
As nuvens escuras que flutuam
A lua prata que esconde segredos
Como é linda a noite
O gramurosa noite que nos toma em descanso
Noite que nos traz paz ou temores
A noite a divina noite que por sua vez nos encobre no mistério da vida
Noite após noite...Apreciando a beleza que se esconde
Mistériosa beleza que meus olhos mortais não são capazes de encherga
Tamanha grandeza...infinita
O noite..noite...noite... Grande mãe do destino...
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Ela passou do meu lado
"Oi amor" eu lhe falei
- Você está tão sozinha
Ela então sorriu pra mim
Foi assim que a conheci
Naquele dia junto ao mar
As ondas vinham, beijar a praia
O sol brilhava de tanta emoção
Um rosto lindo como o verão
E um beijo aconteceu
Nos encontramos a noite
Passeamos por ali
E num lugar escondido
Outro beijo lhe pedi
Lua de prata no céu
O brilho das estrelas no chão
Tenho certeza que não sonhava
A noite linda continuava
E a voz tão doce que me falava
O mundo pertence a nós
E hoje a noite não tem luar
E eu estou sem ela
Já não sei onde procurar
Não sei onde ela está
E hoje a noite não tem luar
E eu estou sem ela
Já não sei onde procurar
Onde está meu amor
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Alguém que....
Hoje A Noite Não Tem Luar
Renato Russo
"Oi amor" eu lhe falei
- Você está tão sozinha
Ela então sorriu pra mim
Foi assim que a conheci
Naquele dia junto ao mar
As ondas vinham, beijar a praia
O sol brilhava de tanta emoção
Um rosto lindo como o verão
E um beijo aconteceu
Nos encontramos a noite
Passeamos por ali
E num lugar escondido
Outro beijo lhe pedi
Lua de prata no céu
O brilho das estrelas no chão
Tenho certeza que não sonhava
A noite linda continuava
E a voz tão doce que me falava
O mundo pertence a nós
E hoje a noite não tem luar
E eu estou sem ela
Já não sei onde procurar
Não sei onde ela está
E hoje a noite não tem luar
E eu estou sem ela
Já não sei onde procurar
Onde está meu amor
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Apreciando o dia
Acordei hoje e pude ver o sol nascer em pleno glamour.
Teu brilho foi tão intenso que fique admirado com tamanha beleza.
Acordei hoje e senti o nascer de uma nova chance de encara o mundo
Uma nova chance de seguir.
Acordei hoje com as esperanças renovadas e com mais força
Esperanças em que tudo que tiver de ser sera.
Acordei hoje e pude sentir o vento em meu rosto
E dei graças a deus que pude senti-lo pois esse vento trouxe para mim um presente especial
Enfim agradeço por mais um dia em que pude seguir com esperança e ansioso para enfim encontrar-me com
a felicidade.
Termino essas entrelinhas com o mesmo amor com que acordei sentindo hoje e que só tende a crescer mais e mais
Termino essas entrelinhas em frente ao por do sol que descansa sereno cada vez mais caindo sobre as nuvens
termino essas entrelinhas agradecendo a deus por ser tão bom comigo e com quem eu amo.
E só quero mais um amanha para que possa novamente lutar com mais forças...Pois a vitoria maior e daquele que nunca desiste mesmo quando a vida o derruba varias vezes...
Um bom final de semana para todos
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Viva a vida
Esteja disposoto a lutar quando a vida lhe impedir de seguir
Seja forte e quebre as barreiras quando tudo a sua volta te empede de seguir
Nao desista mesmo que tudo e todos estejam contra você
Prove para si mesmo apenas para si que e capaz de tudo.
E mostre para os outros que nunca desite mesmo a frente dos problemas
Supere e vença as batalhas impostas.
Lute como um gladiador em busca da sobrevivência
Nao trema em frente aos leões ao inves disso os dome
Faça de suas lagrimas o remedio para a cura da dor que sente
Aprenda com os erros e nao olhe para tras
Siga seu caminho sem medo de enfrenta o destino.
Pois so ele o destino pode te fazer forte e digno de viver
Seja feliz acima de tudo e de todos e ame quem te ama
De valor as coisas simples e vivera em paz.
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Seja forte e quebre as barreiras quando tudo a sua volta te empede de seguir
Nao desista mesmo que tudo e todos estejam contra você
Prove para si mesmo apenas para si que e capaz de tudo.
E mostre para os outros que nunca desite mesmo a frente dos problemas
Supere e vença as batalhas impostas.
Lute como um gladiador em busca da sobrevivência
Nao trema em frente aos leões ao inves disso os dome
Faça de suas lagrimas o remedio para a cura da dor que sente
Aprenda com os erros e nao olhe para tras
Siga seu caminho sem medo de enfrenta o destino.
Pois so ele o destino pode te fazer forte e digno de viver
Seja feliz acima de tudo e de todos e ame quem te ama
De valor as coisas simples e vivera em paz.
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Voltando ao cemiterio depois de 2 anos
Oi estou aqui para compartilha um pouco da minha vida nesses 2 anos que se passaram sem postar no cemitério 2 anos né muito tempo por sinal da para acontecer muita coisa pois bem estarei postando coisas novas no blog a partir de hoje espero que quem o segue ainda esteja a visita minha pequena pagina onde postei muitas coisas a respeito de uma faze da minha vida que foi marcante hoje sou o mesmo mais aprendi muitas coisas a respeito da vida e das pessoas estou comunicando a volta de lestat ao cemitério
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Os 10 mandamentos do vampiro...............
1.Amar sangue humano fresco sobre todas as coisas. (Bancos de sangue e animais s em último caso!) 2.Honrarás teu caixão e tua cripta. (Mantendo-os limpos, arrumados e, principalmente, bem longe de intrusos!) 3.No entrarás na casa dos outros sem ser convidado. (Embora qualquer "passa l em casa" possa ser considerado como convite...) 4.Evitarás fotografias, espelhos e reflexos. (A menos que queira ser descoberto... Pinturas só muito mais interessantes!) 5.Ficarás bem longe daquelas pessoas com muita fé. (E de suas igrejas, crucifixos, hóstias, bíblias, etc...) 6.Evitarás ao máximo o sangue de obesos e crianças. (Sangue muito doce pode cariar nossos caninos... Nunca se esqueça de escová-los bem!) 7.Fugirás de cercas, lápis, cabos de vassoura e palitinhos de restaurante japonês. (Bem, qualquer coisa que lembre ou possa ser usado como uma estaca de madeira!) 8.No brincarás com fogo! (Fogo é fogo!) 9.No atravessaras água corrente. (Sobretudo se benta...) 10.Guardarás os dias e horas de sol para um bom descanso... (óculos escuros e protetores solares no costumam fazer muito efeito...) |
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Lilith na cultura popular moderna
- Segundo uma tradição popular, todos os mortais cujo nomes são Kamila, Clara e Raphael terão para si a maldição de Lilith; eles, ao completarem 18 anos, terão de atender ao chamado dela.
- No fictício Livro de Nod, é aquela que ensina a Caim habilidades vampíricas.
- Uma história em quadrinhos de Terror nos anos 1970, publicada em Krypta número ? reconta o mito de Lilith como ela tendo sido criada por Lúcifer, ao mesmo tempo que um anjo criava Eva. Adão então se via ante as duas mulheres, e Lilith pedia que ele matasse um coelho para demonstrar seu amor por ela, ao passo que ele recusava e preferia ficar com Eva. Lúcifer logrou então uma desprezada Lilith a beber duma água que a transformou numa demônia. Lilith, depois de um pacto, prometeu não fazer mal aos filhos de Adão. A história era narrada por cientistas da atualidade, que chegavam a conclusão, dado que a geração de Adão seria anterior a humanidade que agora existia (que segundo a ficção teria se originado dos símios de acordo com a Teoria da evolução das espéciesde Darwin) não estaria protegida contra os ataques de Lilith.
- 1181 Lilith é um asteróide.
- Lilith na Astrologia moderna é o nome de um ponto correspondente ao apogeu da órbita lunar, ou seja, o ponto da órbita da lua aonde ela se encontra mais distante da terra. Também chamada " Lua Negra ". Por ser um ponto vazio e não um astro propriamente dito, muitos astrólogos desconsideram sua interpretação em um mapa astral.
- No livro O Sobrinho do Mago e O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, da série As Crônicas de Nárnia, um ser conhecido como Jadis, a Feiticeira Branca diz ser descendente de Lilith, a primeira esposa de Adão.Aparece também em um dos episódios de Sandman de Neil Gaiman, junto com "outras mulheres de Adão".
- Uma personagem do videogame Darkstalkers se chama Lilith Aensland, mas tem pouco (ou nada) a ver com a figura original.
- Uma personagem da série Digimon se chama Lilithmon.
- Lilith (banda) é uma banda de rock Colombiana.
- Lilith (DC Comics) é uma heroína da DC Comics. Apesar do nome, nada tem a ver com a figura mitológica.
- Lilith (Marvel Comics) é uma vilã inimiga do Motoqueiro Fántasma.
- No Anime Neon Genesis Evangelion, Lilith é considerado o 2º Anjo.
- Em alguns volumes da série de jogos de videogames Final Fantasy, Lilith é um monstro da familia das Lamias.
- Lilith é constantemente citada em jogos de RPG, como Dungeons & Dragons, como uma criatura infernal e maligna.
- No seriado de televisao Supernatural, Lilith era um demonio representado por mulheres ou meninas. Ela é também o último dos 66 selos que impedem que Lucifer escape do inferno.
- No Jogo Castlevania Aria of sorrow, Lilith é uma demônia, uma bela mulher nua com asas vermehas que suga sua alma enquanto sonha.
- No romance Caim, do escritor português José Saramago, Lilith é a primeira amante do personagem-título.'
- Na série Georgina Kincaid de Richelle Mead, Lilith é a rainha Succubus - Uma criatura que se alimenta da energia vital de um homem através de sexo.
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Há certas particularidades interessantes nos ataques de Lilith, como o aberto esmagador sobre o peito, uma vingança por ter sido obrigada a ficar por baixo de Adão, e sua habilidade de cortar o pênis com a vagina segundo os relatos católicos medievais. Ao mesmo tempo que ela representa a liberdade sexual feminina, também representa a castração masculina.
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Lilith
Lilith (לילית em hebraico) é referida na Cabala como a primeira mulher do bíblico Adão, sendo que em uma
do bíblico Adão, sendo que em uma passagem (Patai81:455f) ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. No folclore popular hebreu medieval, ela é tida como a primeira esposa de Adão, que o abandonou, partindo do Jardim do Éden por causa de uma disputa sobre igualdade dos sexos, chegando depois a ser descrita como um demônio.
De acordo com certas interpretações da criação humana em Gênesis, no Antigo Testamento, reconhecendo que havia sido criada por Deus com a mesma matéria prima, Lilith rebelou-se, recusando-se a ficar sempre em baixo durante as suas relações sexuais. Na modernidade, isso levou a popularização da noção de que Lilith foi a primeira mulher a rebelar-se contra o sistema patriarcal.
Assim dizia Lilith: ‘‘Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti? Contudo, eu também fui feita de pó e por isso sou tua igual.’’ Quando reclamou de sua condição a Deus, ele retrucou que essa era a ordem natural, o domínio do homem sobre a mulher, dessa forma abandonou o Éden.
Três anjos foram enviados em seu encalço, porém ela se recusou a voltar. Juntou-se aos anjos caídos onde se casou com Samael que tentou Eva ao passo que Lilith Tentou a Adão os fazendo cometer adultério. Desde então o homem foi expulso do paraíso e Lilith tentaria destruir a humanidade, filhos do adultério de Adão com Eva, pois mesmo abandonando seu marido ela não aceitava sua segunda mulher. Ela então perseguiria os homens, principalmente os adúlteros, crianças e recém casados para se vingar.
Após os hebreus terem deixado a Babilônia Lilith perdeu aos poucos sua representatividade e foi limada do velho testamento. Eva é criada no sexto dia, e depois da solidão de Adão ela é criada novamente, sendo a primeira criação referente na verdade a Lilith no Gênesis.
No período medieval ela era ainda muito citada entre as superstições de camponeses, como deixar um amuleto com o nome dos 3 anjos que a perseguiram para fora do Éden, Sanvi, Sansavi e Samangelaf para que ela não o matasse, assim como acordar o marido que sorrisse durante o sono, pois ele estaria sendo seduzido por Lilith.
A imagem de Lilith, sob o nome Lilitu, apareceu primeiramente representando uma categoria de demônios ou espíritos de ventos e tormentas na Suméria por volta de 3000 A.E.C. Muitos estudiosos atribuem a origem do nome fonético Lilith por volta de 700 A.E.C.
Ela é também associada a um demônio feminino da noite que originou na antiga Mesopotâmia. Era associada ao vento e, pensava-se, por isso, que ela era portadora de mal-estares, doenças e mesmo da morte. Porém algumas vezes ela se utilizaria da água como uma espécie de portal para o seu mundo. Também nas escrituras hebraicas (Talmud e Midrash) ela é referida como uma espécie de demônio.
Talvez dada a sua longa associação à noite, surge sem quaisquer precedentes a denominaçãoscreech owl, ou seja, como coruja, na famosa tradução inglesa da bíblia, na Bíblia KJV ou King James Version. Ali está escrito, em Isaías 34:14 que … the screech owl also shall rest there. É preciso salientar, comparativamente, que na renomada versão em língua portuguesa da bíblia, isto é, na tradução de João Ferreira de Almeida, esta passagem relata que … os animais noturnos ali pousarão, não havendo menção da coruja[1], como é freqüentemente, muito embora erroneamente, citado no Brasil (tratando-se de um claro exemplo da forte influência da cultura anglo-saxã no mundo lusófono atual).
Na Suméria e na Babilônia ela ao mesmo tempo que era cultuada era identificada com os demônios e espíritos malignos. Seu símbolo era a lua, pois assim como a lua ela seria uma deusa de fases boas e ruins. Alguns estudiosos assimilam ela a várias deusas da fertilidade, assim como deusas cruéis devido ao sincretismo com outras culturas. A imagem mais conhecida que temos dela é a imagem que nos foi dada pela cultura hebraica, uma vez que esse povo foi aprisionado e reduzido à servidão na Babilônia, onde Lilith era cultuada, é bem provável que viam Lilith como um símbolo de algo negativo. Vemos assim a transformação de Lilith no modelo hebraico de demônio. Assim surgiu as lendas vampíricas, Lilith tinha 100 filhos por dia, súcubus quando mulheres e íncubus quando homens, ou simplesmente lilims. Eles se alimentavam da energia desprendida no ato sexual e de sangue humano. Também podiam manipular os sonhos humanos, seriam os geradores das poluções noturnas. Mas uma vez possuído por um súcubus dificilmente um homem saía com vida.
Pensa-se que o Relevo Burney (ver alusões à coruja na reprodução do Relêvo de Burney, nesta página), um relevo sumério, represente Lilith; muitos acreditam também que há uma relação entre Lilith e Inanna, deusa suméria da guerra e do prazer sexual.
Algumas vezes Lilith é associada com a deusa grega Hécate, "A mulher escarlate", um demônio que guarda as portas do inferno montada em um enorme cão de três cabeças, Cérbero. Hécate, assim como Lilith, representa na cultura grega a vida noturna e a rebeldia da mulher sobre o homem.
Nos dois últimos séculos a imagem de Lilith começou a passar por uma notável transformação em certos círculos intelectuais seculares europeus, por exemplo, na literatura e nas artes, quando os românticos passaram a se ater mais a imagem sensual e sedutora de Lilith (ver a reprodução do quadro Lilith de John Collier, pintada em 1892), e aos seus atributos considerados impossíveis de serem obtidos, em um contraste radical à sua tradicional imagem demoníaca, noturna, devoradora de crianças, causadora pragas, depravação,homossexualidade e vampirismo.Podendo ser citados também os nomes de Johann Wolfgang von Goethe, John Keats, Robert Browning, Dante Gabriel Rossetti, John Collier, etc…Lilith também é considerda um dos Arquidemônios símbolo da vaidade.
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Embora seja difícil datar com precisão quando muitas das gárgulas foram esculpidas, é fácil constatar que, gradualmente, começou a desenhar-se uma preferência por formas alongadas (com as mais recentes projetando-se para fora cerca de um metro em relação às paredes em que se apóiam). Nota-se igualmente, a partir do século XIII, uma maior tendência para retratar figuras humanas em vez de animais e também uma maior ênfase no detalhe. Mais tarde acentuam-se a sua fealdade e o seu caráter disforme e assustador, que acabará por se ir tornando menos demoníaco e mais caricatural, característica que haveria de conduzir à noção de grotesco, dado o exagero nas poses e expressões dos personagens. Verifica-se também que as temáticas vão sendo cada vez menos religiosas e mais mundanas. Contudo, continua por explicar a opção por este tipo tão peculiar de figuras, não existindo consenso a este respeito entre os que se dedicam ao estudo da arquitetura gótica européia.
Alguns investigadores defendem a idéia de que, tal como na Antiguidade, a função destes seres grotescos era a de protetores. O seu aspecto assustador teria como finalidade manter à distância dos edifícios (e daquilo que continham) as forças do mal e os seus emissários, nomeadamente o Demônio e seus algozes. Outra idéia, talvez algo inesperado, é a de que as carrancas não pretenderiam assustar, mas seriam sim uma expressão aterrorizada das próprias figuras após terem presenciado algo de sinistro. Outra idéia ainda, e que goza de bastante aceitação, é a de que, numa época em que poucos sabiam ler, era importante ensinar ao povo, recorrendo às imagens, os preceitos cristãos, nomeadamente dando-lhes a conhecer aquilo a que ficavam sujeitos aqueles que se desviassem dos caminhos da verdadeira fé (note-se que, nessa época, as deformidades físicas eram tomadas como castigos divinos por pecados praticados, ou como provas de que aqueles que delas padeciam tinham pactuado com as forças das trevas – uma justificação adicional para o aspecto grotesco e exagerado de algumas representações). Contudo, esta tese tem também pontos fracos: um deles é o fato de os grotescos surgirem igualmente em edifícios laicos e em casas particulares; um outro é o de as imagens não estarem de acordo com o padrão comum às restantes representações religiosas típicas do período em questão. No entanto, parece haver, por exemplo, uma relação simbólica entre os sete pecados mortais e alguns dos animais representados – orgulho/leão, inveja/serpente, ira/javali, preguiça/burro, ganância/lobo, gula/urso e luxúria/porco –, pelo que a sua observação freqüente poderia levar os fiéis a refletirem sobre as respectivas condutas.
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Figuras grotescas
O termo grotesco – sob o qual são frequentemente englobadas tanto as quimeras (já pouco mais que decorativas, durante a Idade Média) como as gárgulas (exclusivamente aplicadas nas saídas de água) e ainda outras figuras monstruosas exibidas também no interior dos edifícios – só se generalizou durante o Romantismo.
É possível classificar estas figuras como sendo antropomórficas (aquelas em que é retratada a figura humana) ou zoomórficas (aquelas que representam animais), bem como detectar a sua evolução ao longo dos séculos.
Por exemplo, relativamente ao emprego das gárgulas durante a Idade Média, muitas das fontes que se debruçam sobre o tema começam por mencionar a própria designação de gárgula. Uns afirmam que a palavra que se refere ao gorgolejar da água quando passa através de um orifício; outros alvitram que provém do termo latino gorgulio, ou do francês gargouille, ambos significando garganta. Esta última tese tem ainda em seu apoio a Lenda de La Gargouille. Rezava uma história popular medieval que, no século VII, vivia na região de Paris, numa gruta próxima do Rio Sena, um dragão apelidado La Gargouille, com o hábito de sair do seu covil para engolir barcos e pessoas. Os aldeões locais viviam aterrorizados e todos os anos sacrificavam uma vítima ao dragão, numa tentativa de o apaziguar. O povo acabaria por ser salvo por um padre, que prometeu derrotar o dragão se aí fosse erguida uma igreja e se todos os habitantes concordassem em ser batizados. Após um combate decisivo o dragão foi derrotado e o padre arrastou o corpo do monstro para a aldeia, onde lhe lançou fogo. Porém, a cabeça e pescoço do dragão não arderam, pelo que acabaram por ser colocados numa parede da igreja.
Mas, para além desta lenda, que não esclarece muito em relação à exibição das gárgulas e quimeras nos edifícios medievais, particularmente os religiosos – sobretudo se tivermos presente que, de início, muitas destas figuras eram de inspiração pagã e pré-cristã – há outras tentativas de explicação para este fenômeno.
Por fim, há também quem seja de opinião de que é pouco provável que se consigam extrair ensinamentos com significado religioso de muitas das figuras, nomeadamente daquelas que são antropomórficas, realizadas já durante a fase final do período gótico. Nestas sobressaem sobretudo as caretas e posturas corporais mais ridículas e menos assustadoras, motivo pelo qual se julga que poderiam ser uma forma de chacota relativa à personagens locais, de crítica social ou dos costumes da época.
Outra peculiaridade que tem intrigado os estudiosos é a questão de, estando as gárgulas e quimeras habitualmente colocadas num plano bastante elevado e em recantos por vezes quase invisíveis a partir do solo, por que é que foram esculpidas com tão grande preocupação e riqueza de detalhes? Uma das explicações avançadas refere que, sendo estas esculturas realizadas para glorificar o Senhor, como, de resto, todas as catedrais góticas, e estando, para além disso, colocadas tão alto (e assim mais próximas dos Céus), Deus poderia mais facilmente aperceber-se da perfeição do trabalho feito.
Enfim, muito mais poderia ser dito acerca destas curiosas figuras, nomeadamente no que diz respeito a numerosas personagens que surgem repetidamente, e cujo estudo aprofundado revela influências das mais variadas origens, quer geográficas, quer culturais. Certo é que, embora tenham perdido a carga simbólica que tiveram outrora, ainda hoje mantêm o seu fascínio, continuando a ser aplicadas como ornamento em várias construções, e não deixa de ser empolgante para muitos tentarem decifrar os mistérios que parecem obstinadamente encobertos...
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Quando nos referimos às gárgulas, talvez nos venha à mente as numerosas criaturas grotescas que podemos encontrar na catedral parisiense de Notre-Dame – incontornável exemplo clássico, inspirador de histórias que incluíam personagens como Quasímodo, o famoso corcunda, criado pelo romancista francês Victor Hugo.
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Gárgulas
Crê-se que as chamadas gárgulas, figuras por vezes igualmente quiméricas, começaram por ser aplicadas para embelezar os orifícios por onde as águas escorriam dos telhados para o chão.
Sabe-se que já em algumas edificações gregas, ao longo dos rebordos dos telhados inclinados,
nas extremidades destes e, eventualmente, também ao longo das paredes, existiam pequenas caleiras para recolha da água das chuvas, que era canalizada para orifícios por onde se escoava. Em alguns casos, a água era conduzida para baixo por uma conduta, cuja extremidade inferior encaixava por detrás da escultura de uma cabeça de leão, de modo que a boca jorrasse a água para longe (mais uma vez a figura do leão surge como protetora não só contra os inimigos terrenos, como contra espíritos malignos).
Mas seria sobretudo na época medieval, mais precisamente no período entre os séculos XII e XV, a partir da construção das grandes catedrais góticas, que as gárgulas viriam a popularizar-se na Europa Ocidental, principalmente na França, embora também na Inglaterra e, em menor escala, em outros países. Porém, nessa altura, as temáticas representadas tinham já recebido influências de outros povos e culturas, como os Celtas e os Normandos, muito embora sob o olhar atento da Igreja de Roma.
Segundo parece, as gárgulas começaram por ser peças em madeira ou cerâmica. Porém, só após se ter generalizado o uso da pedra para essa finalidade (sobretudo o calcário ou o mármore, embora tenham também existido esculturas em terracota, que não chegaram aos nossos dias) é que surgiu a possibilidade de passar a esculpir as figuras com maior riqueza de pormenor. São igualmente conhecidos alguns exemplos, relativamente raros, feitos em metal.
Tal como sucedia nas construções gregas, um dos motivos mais correntemente apontados para a utilização das gárgulas refere a necessidade, em termos de conservação das obras arquitetônicas, de fazer com que a água das chuvas que se abatiam sobre os edifícios fosse captada após escorrer pelas paredes, conduzida por caleiras que separavam essas escorrências em várias direções, e levando a que fossem projetadas para longe das paredes e fundações no exterior das construções, evitando assim que se infiltrassem no solo junto aos alicerces, onde acabariam por dissolver as argamassas e arruinar as alvenarias, ou que desgastassem as pedras exteriores, trazendo perigo à estabilidade da construção.
Para que essas tão necessárias goteiras, que seriam protuberâncias inestéticas destacadas visivelmente nas esquinas, não destoassem no conjunto harmônico de toda a edificação, teria então surgido a hipótese de as ornamentar com esculturas. Porém, pelo menos de início, isso só acontecia nos edifícios de maior porte ou nas construções pertencentes aos mais abastados, já que se tratava de um tipo de trabalho bastante caro para a época – à semelhança do que ocorria com outras figuras no interior dos templos, as gárgulas também eram ricamente pintadas e algumas chegavam a receber ornamentos dourados.
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Por exemplo, são sobejamente conhecidas as esfinges egípcias, figuras enigmáticas com cabeça humana e corpo de leão; entre os Assírios encontramos os touros alados (corpo de touro, com asas e cabeça humana); um motivo tipicamente persa era o leão com asas e cornos de bode; entre os Hebreus podemos encontrar os querubins (esfinges aladas que surgem abrigando sob as asas a Arca da Aliança, no Templo de Salomão); os antigos Gregos nutriam especial predileção pela Quimera, uma criatura com cabeça de leão (símbolo do poderio helênico) que exalava fogo pela boca, tinha o corpo de uma cabra e cauda de serpente – essa designação acabou por ser adotada para designar genericamente outros tipos de seres fantásticos, cujos corpos eram a combinação de dois ou mais animais conhecidos. Assim, e ainda na mitologia grega, surgem, entre outros, as hárpias (que tinham cabeça e torso de mulher, pernas e cauda de ave e também asas), os sátiros – cujos equivalentes romanos eram os faunos – (com torso humano, cabeça com cornos, e a metade inferior do corpo semelhante à de um bode), os centauros (parte homens, parte cavalos) ou os grifos (com cabeça, bico, asas, torso e patas dianteiras semelhantes às de uma águia, mas com orelhas, quartos traseiros e cauda de leão), os quais podemos igualmente encontrar entre os Persas.
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Quimeras
Remontam, pelo menos, à Antiguidade Clássica os exemplos de várias figuras mitológicas, muitas vezes deuses ou semideuses, que retratavam entes híbridos, ou seja, uma combinação de outros seres, os quais eram dotados de determinados atributos ou simbolizavam qualidades específicas.
Enfim, são numerosas, embora muitas vezes baseadas em idênticos temas, as imagens que reuniam as características destas figuras híbridas e que foram adotadas por diferentes povos, sendo quase certo as mais antigas terem influenciado as seguintes, mesmo em espaços geográficos relativamente distantes.
Mas qual era a função de tais imagens? Uma das explicações que parece reunir maior consenso é a de que serviriam como "guardiãs", protegendo das influências maléficas os locais onde estavam implantadas.
Uma vez que, em vários casos, estas quimeras antigas representavam divindades ou heróis míticos com poderes sobre-humanos, esse papel protetor sobressai assim como um motivo plausível para que tenham sido retratadas das mais diversas formas: em pequenos artefatos, em jóias ou amuletos, em recipientes e escudos, quer pintadas, quer esculpidas, surgindo tanto em templos como em edifícios laicos e até mesmo em casas particulares.
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O Mistério das Catedrais – Cap. III
Alguns pretenderam erradamente que provinha dos Godos, antigo povo da Germania; outros julgaram que se chamava assim a esta forma de arte, cujas originalidade e extrema singularidade provocam escândalo nos séculos XVII e XVIII, por zombaria, atribuindo-lhe o sentido de bárbaro: tal é a opinião da Escola Clássica, imbuída dos princípios decadentes do Renascimento.
A verdade, que sai da boca do povo, no entanto, manteve e conservou a expressão Arte Gótica, apesar dos esforços da Academia para substituí-la por Arte Ogival. Há ai uma razão obscura que deveria obrigar a refletir os nossos lingüistas, sempre à espreita das etimologias. Qual a razão por que tão poucos lexicólogos acertaram? Simplesmente porque a explicação deve ser antes procurada na origem cabalística da palavra, mais do que na sua raiz literal.
Alguns autores perspicazes e menos superficiais, espantados pela semelhança que existe entre gótico e goético pensaram que devia haver uma estreita relação entre a arte gótica e a arte goética ou mágica.
Para nós, arte gótica é apenas uma deformação ortográfica da palavra argótica cuja homofonia é perfeita, de acordo com a lei fonética que rege, em todas as línguas, sem ter em conta a ortografia, a cabala tradicional. A catedral é uma obra de art goth ou de argot. Ora, os dicionários definem o argot como sendo uma linguagem particular a todos os indivíduos que tem interesse em comunicar os seus pensamentos sem serem compreendidos pelos os que o rodeiam. É, pois, uma cabala falada. Os argotiers, os que utilizam essa linguagem, são descendentes herméticos dos argo-nautas, que viajavam no navio Argo, falavam a língua argótica – a nossalíngua verde – navegando em direção as margens afortunadas de Colcos para conquistarem o famoso Tosão de Ouro. Ainda hoje se diz de um homem inteligente mas também muito astuto: "ele sabe tudo, entende o argot". Todos os Iniciados se exprimiam em argot, tanto os vagabundos da Corte dos Milagres – com o poeta Villon à cabeça – como os Frimasons ou franco-mações da Idade Média, hospedeiros do bom Deus, que edificaram as obras-primas góticas que hoje admiramos. Eles próprios, estes Nautas construtores, conheciam a rota do Jardim da Hespérides...
Ainda nos nossos dias os humildes, os miseráveis, os desprezados, os insubmissos, ávidos de liberdade e de independência, os proscritos, os errantes e os nômades falam argot, esse dialeto maldito, banido da alta sociedade, dos nobres que o são tão pouco, dos burgueses satisfeitos e bem pensantes, espojados no arminho da sua ignorância e da sua presunção. O argot permanece a linguagem de uma minoria de indivíduos vivendo à margem das leis estabelecidas, das convenções, dos hábitos, do protocolo, aos quais se aplica o epíteto de vadios, ou seja, de videntes e, mais expressivo ainda, de Filhos ou Descendentes do Sol. A arte gótica é, com efeito, a art got ou cot, a arte da Luz ou do Espírito.
Pensar-se-á que são apenas simples jogos de palavras. E nós concordamos de boa vontade. O essencial é que guiem a nossa fé para uma certeza, para a verdade positiva e científica, chave do mistério religioso, e que não a mantenham errante no labirinto caprichoso da imaginação. Aqui em baixo não existe acaso, nem coincidência, nem relação fortuita; tudo está previsto, ordenado, regulado e não nos pertence modificar a nosso bel-prazer a vontade imperscrutável do Destino. Se o sentido usual das palavras nos não permite qualquer descoberta capaz de nos elevar, de nos instruir, de nos aproximar de Criador, o vocabulário torna-se inútil. O verbo, que assegura ao homem a incontestável superioridade, a soberania que ele possui sobre tudo o que vive, perde a sua nobreza, a sua grandeza, a sua beleza e não é mais do que uma aflitiva vaidade. Ora, a língua, instrumento, do espírito, vive por ela própria, embora não seja mais do que o reflexo da Idéia universal. Nada inventamos, nada criamos. Tudo existe em tudo. O nosso microcosmos é apenas uma partícula ínfima, animada, pensante, mais ou menos imperfeita, do macrocosmos. O que nós julgamos descobrir apenas pelo esforço da nossa inteligência existe já em qualquer parte. É a fé que nos faz pressentir o que existe; é a revelação que nos dá a prova absoluta. Muitas vezes passamos ao lado do fenômeno, até mesmo do milagre, sem dar por ele, cegos e surdos. Quantas maravilhas, quantas coisas insuspeitadas descobriríamos se soubéssemos dissecar as palavras, quebrar-lhes a casca e libertar a o espírito, divina luz que eles encerram! Jesus exprimia-se apenas por parábolas; poderemos nos negar a verdade que elas ensinam? E, na conversação corrente, não serão os equívocos, os pouco mais ou menos, os trocadilhos ou assonâncias que caracterizam as pessoas de espírito, felizes por escaparem à tirania da letra e mostrando-se, à sua maneira, cabalistas sem o saberem?
Acrescentemos, por fim, que o argot é uma das forças derivadas da Língua dos Pássaros, mãe e decana de todas as outras, a língua dos filósofos e dos diplomatas. É o conhecimento dela que Jesus revela aos seus apóstolos, enviando-lhes o seu espírito, o Espírito Santo.
É ela que ensina o mistério das coisas e desvenda as verdades mais recônditas. Os antigos Incas chamavam-na Língua da Corte porque era familiar aos diplomatas, a quem fornecia a chave de uma dupla ciência: a ciência sagrada e a ciência profana. Na Idade Média, qualificavam-na antes da edificação da torre de Babel, causa da perversão e, para a maioria, do esquecimento total desse idioma sagrado. Hoje, fora do argot, encontramos as suas características nalgumas línguas locais como o picardo, o provençal, etc. e no dialeto dos ciganos.
A mitologia pretende que o célebre adivinho Tirésias tenha possuído perfeito conhecimento da Língua dos Pássaros, que Minerva lhe teria ensinado, como deusa da Sabedoria. Ele partilhava-a, diz-se, com Tales de Mileto, Melampus e Apolônio de Tiana, personagens fictícios cujos nomes falam eloqüentemente na ciência que nos ocupa e bastante claramente para que tenhamos necessidade de os analisar nestas páginas.
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Origem do termo Gótico
Segundo a versão mais difundida, o termo "gótico" deriva de Godos, o povo germânico que habitava a Escandinávia. Porém, em sua obra O Mistério das Catedrais, Fulcanelli nos apresenta uma outra versão. A palavra "gótico" seria uma deformação fonética de Argoth (ou Art Goth), uma linguagem restrita utilizada somente por Iniciados em Ocultismo. Embora historicamente essa versão seja incoerente, é uma visão interessante de um grande alquimista.
Confira o trecho do livro que disserta sobre essa possibilidade:
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