1.Amar sangue humano fresco sobre todas as coisas. (Bancos de sangue e animais s em último caso!) 2.Honrarás teu caixão e tua cripta. (Mantendo-os limpos, arrumados e, principalmente, bem longe de intrusos!) 3.No entrarás na casa dos outros sem ser convidado. (Embora qualquer "passa l em casa" possa ser considerado como convite...) 4.Evitarás fotografias, espelhos e reflexos. (A menos que queira ser descoberto... Pinturas só muito mais interessantes!) 5.Ficarás bem longe daquelas pessoas com muita fé. (E de suas igrejas, crucifixos, hóstias, bíblias, etc...) 6.Evitarás ao máximo o sangue de obesos e crianças. (Sangue muito doce pode cariar nossos caninos... Nunca se esqueça de escová-los bem!) 7.Fugirás de cercas, lápis, cabos de vassoura e palitinhos de restaurante japonês. (Bem, qualquer coisa que lembre ou possa ser usado como uma estaca de madeira!) 8.No brincarás com fogo! (Fogo é fogo!) 9.No atravessaras água corrente. (Sobretudo se benta...) 10.Guardarás os dias e horas de sol para um bom descanso... (óculos escuros e protetores solares no costumam fazer muito efeito...) |
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Os 10 mandamentos do vampiro...............
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A crença em vampiros nasceu milênios de anos atrás, quando o homem descobriu que o sangue é a fonte da vida, e se espalhou pelo mundo todo. Em muitos lugares, como na Romênia - pátria de Drácula -, ela sobrevive ainda hoje.
O significado do vampirismo perde-se muito longe no passado, desde que o caçador primitivo descobriu que, Juntamente com o sangue que sai de um animal, ou de um outro homem, a vida também escapa e se extingue. O sangue é a fonte da vitalidade.
Por isso, os homens se besuntaram a si mesmos de sangue, e às vezes o beberam. Foi assim que a idéia de beber sangue para renovar a vitalidade entrou na historia. Para o vampiro, na verdade, "o sangue é a vida" – como citou Drácula, e ainda em Deuteronômio 12:36, embora a passagem bíblica real seja uma advertência contra beber sangue. ("Tão somente o sangue não comereis; sobre a terra derramarei como água") Outra passagem da Biblia onde cita a advertência esta em Gêneses 9:4 ("A carne porem, com sua vida, isto é com seu sangue, não comeris")
A crença em vampiros é universal. Ela é documentada na antiga Babilônia, no Egito, em Roma, na Grécia e na China. Os relatos sobre vampiros existem em civilizações completamente separadas, entre as quais, quais quer influências diretas foram impossíveis. O vampiro é conhecido por vários nomes - vrykolakes, brykilakas, barbarlakos, borborlakos ou bourdoulakos em grego moderno; katakhanoso ou baital em sânscrito antigo: upiry em russo; upiory em polonês; blutsäuger em alemão; etc. Os chineses antigos temiam o giang shi, um demônio que bebia sangue. Na China, os vampiros já existiam em 600 a.C. Descrições de vampiros são encontradas nas antigas cerâmicas da Babilônia e da Assíria, milhares de anos antes de Cristo.
A crença também floresceu no Novo Mundo, assim como no Antigo. Os peruanos pré-colombianos acreditavam numa classe de demônios chamados canchus ou pumapmicuc, os quais sugavam o sangue dos jovens adormecidos de modo a partilhar sua vida. Os astecas sacrificavam o coração dos prisioneiros ao sol, na crença de que seu sangue conservava a energia solar.
No começo da era cristã, o erudito Bhavabhuti escreveu contos clássicos indianos, inclusive 25 histórias de um vampiro que animava cadáveres e podia ser visto pendurado de cabeça para baixo numa árvore, como um morcego. O deus hindu Shiva partilha muitas semelhanças com os vampiros, tal como ser capaz de criar e de destruir ao mesmo tempo. A idéia de vampiro supõe o conceito oriental do eterno retorno, segundo o qual ninguém é realmente destruído, mas volta vezes sem fim em reencarnações.
Os vampiros tiram o sangue dos viventes, mas se misturam o seu sangue ao de sua vítima essa pessoa setorna um morto-vivo, sobrevivendo à morte comum. A prova de que os vampiros foram considerados essencialmente femininos, sem órgãos masculinos, vem de Santo Agostinho e dos primeiros padres da Igreja. Agostinho escreveu que os demônios tinham" imortalidade corporal e paixões como seres humanos", mas não podiam produzir sêmen. Em vez disso, eles juntavam sêmens dos corpos de homens reais e os injetavam em mulheres adormecidas para engravidá-las. São Clemente testemunha que os demônios têm paixões humanas mas "não órgãos, assim eles se voltam para os humanos para usar seus órgãos. Uma vez exercendo o controle desses órgãos, podem obter o que querem".
Durante o século 18, um vampiro famoso chamado Peter Poglojowitz surgiu em uma pequena aldeia da Hungria. Após sua morte, em 1725, seu corpo foi desenterrado. Encon traram sangue fresco escorrendo de sua boca e seu corpo não aparentava os sinais de rigor mortis ou de decomposição. Assim, os camponeses locais imaginaram que se tratava de um vampiro e queimaram o corpo.
Os ortodoxos cristãos que em 1725, seu corpo foi desenterrado.
Em 1732, o caso do vampiro sérvio Arnold Paole, de Medvegia, estimulou a pesquisa científica do século 18 sobre vampiros. Em pleno ápice do racionalismo, em 1751, um erudito dominicano, Augustin Calmet, escreveu um tratado sobre vampiros na Hungria e na Morávia. As crenças em vampiros são particularmente fortes hoje no sudeste da Europa, especialmente entre os modernos gregos. A ilha sulina das Cíclades, em Santorini, é considerada maldita pelos vampiros que tem.
Muitos autores notaram esse fenômeno desde o século XVII. De fato, se um vampiro suspeito era descoberto na Grécia continental, embarcavam seu corpo em navio para Santorini, porque o povo lá tinha uma longa tradição e uma vasta experiência a respeito de vampiros. Um velho dito grego fala em "trazer vampiros para Santorini".
As práticas ortodoxas de excomunhão reforçam a crença nos vampiros. Quando os padres ou bispos ortodoxos cristãos expedem uma ordem de excomunhão, acrescentam a maldição "e a terra não receberá seu corpo" Isso significa que o corpo da pessoa excomungada permanecerá "incorrupto e inteiro". A alma não descansará em paz. Nesse caso, a não-decomposição do corpo é um aviso do mal. Os ortodoxos cristãos que se couverteram ao catolicismo romano ou ao islamismo são condenados a vagar pela terra e a não entrar no céu. É importante lembrar nesse contexto que o Drácula histórico, tendo se convertido ao catolicismo próximo ao fim de sua vida, "abandonou a luz da ortodoxia" e "aceitou a escuridão" da heresia, e a partir daí candidatou-se a se tornar um morto-vivo, um vampiro.
Os romenos em particular têm muitos nomes para uma grande variedade de vampiros. Por exemplo, o termo mais comum, strigoi (na sua forma feminina é strigoaica), é uma criatura demoníaca que dorme durante as horas do dia, voa à noite e pode tomar a forma animal de um lobo, um cão ou um pássaro, e chupa o sangue de crianças adormecidas. A fêmea é mais perigosa que o macho. Ela pode também destruir casamentos e colheitas, impedir vacas de darem leite e mesmo provocar doenças fatais e a morte. O pricolici romeno é um vampiro que pode aparecer nas formas humana, de cachorro e de lobo. Entre os romenos, os vampiros são sempre o mal, sua jornada para o outro mundo foi interrompida e eles são condenados a vagar entre os vivos por um tempo.
Na Transilvânia, o alho é a arma poderosa para deter vampiros. As janelas e as portas são ungidas com alho para mantê-los a distância. Além disso, animais de criação, especialmente ovelhas, são esfregados com alho, pois os vampiros podem atacá-los as sim como fazem com os humanos.
Os camponeses consideram o alho uma planta medicinal. Eles o comem para curar o resfriado comum e várias enfermidades. Tudo que afasta as doenças é considerado bom ou magia "branca", de onde se conclui que o alho pode afugentar os demônios, o lobisomem e os vampiros.
A tumba de um vampiro pode ser identificada por buracos em torno do sepulcro bastante grandes para que uma serpente possa passar por eles. Para impedir que o vampiro saia de sua sepultura, esses buracos devem ser enchidos com água. Os espinhos das rosas selvagens são garantidos para manter vampiros a distância. Sementes de papoula são espalhadas no caminho do cemitério para a cidade porque os vampiros são contadores compulsivos e não conseguem deixar de querer catá-las. Essa prática pode impedir o vampiro de chegar à aldeia antes do raiar do dia, hora em que ele deve voltar ao seu caixão.
O modo definitivo de destruir um vampiro é dirigir ao seu coração uma estaca que deve atravessá-lo, ou ao seu umbigo, enquanto é dia claro e o vampiro precisa repousar no caixão. A estaca deve ser feita de oliveira ou de álamo. Em algumas regiões da Transilvânia, barras de ferro de preferência aquecidas ao rubro - são usadas. Como garantia adicional, o corpo do vampiro é queimado. Às vezes um abeto é enterrado no corpo do vampiro para mantê-lo na sua sepultura. Uma derivação disso é o pé de abeto como ornamento, encontrado hoje sobre os túmulos na Romênia.
Muitos romenos acreditam que a vida após a morte será bastante parecida com a vida na Terra. Como não há muita fé num mundo puramente espiritual, parece razoável que após a morte o vampiro possa andar pela Terra do mesmo modo que uma pessoa viva. Os mortos ambulantes não são sempre vampiros, no entanto. De fato, o termo romeno para morto-vivo, moroi, é mais comum do que o termo para vampiro ou sugador de sangue, strigoi, mas ambos são mortos do mesmo modo. Os strigois são literalmente pássaros demoníacos da noite; eles só voam após o pôr-do-sol, comem carne humana e bebem sangue.
A crença em mortos ambulantes e vampiros bebedores de sangue talvez nunca desapareça. Foi só no século passado 1823, para ser exato , que a Inglaterra pôs fora da lei a prática de enterrar estacas no coração dos suicidas. Hoje é na Transilvânia que a lenda dos vampiros tem seu apelo mais forte.
Na Europa Oriental diz-se que os vampiros têm dois corações ou duas almas. Uma vez que um desses corações ou uma dessas almas nunca morre, o vampiro permanece um morto-vivo.
Quem pode tornar-se um vampiro? Na Transilvânia, criminosos, bastardos, feiticeiras, mágicos, pessoas excomungadas, os que nascem com dentes, com âmnio (ou membrana na cabeça) e crianças não batizadas podem tornar-se vampiros. O sétimo filho de um sétimo filho está condenado a se tornar vampiro.
Como se pode descobrir um vampiro? Toda pessoa que não come alho ou que manifesta uma clara aversão ao alho é suspeita.
Os vampiros às vezes atacam os mudos. Podem roubar a beleza ou a energia de alguém, ou ainda leite de mães que amamentam.
Na Romênia, os camponeses acreditam que os vampiros e outros espectros encontram-se na véspera do dia de Santo André, num lugar onde o cuco não canta e o cachorro não ladra.
Os vampiros têm medo da luz, e por isso é necessário fazer um bom fogo para afastálos, assim como tochas devem iluminar o exterior das casas.
Mesmo se você se tranca na sua casa, não está a salvo dos vampiros, uma vez que eles podem entrar pelas chaminés e pelo buraco da fechadura. Assim, deve-se esfregar a chaminé e as fechaduras com alho, assim como as janelas e portas. Os animais de criação devem ser também esfregados com alho para sua proteção.
Cruzes feitas de espinhos de rosas selvagens são eficazes para manter longe os vampiros.
Os corpos são exumados entre três e sete anos após o sepultamento; se a decomposição não é completa, uma estaca deve ser cravada no coração.
Se um gato ou outro animal demoníaco salta ou voa sobre o corpo antes que ele seja enterrado, ou se a sombra de um homem passa sobre o cadáver, o falecido pode ser um vampiro.
Se o corpo do morto é refletido no espelho, o reflexo ajuda o espírito a deixar esse corpo e a se tornar um vampiro.
No folclore húngaro, uma das maneiras mais comuns de identificar um vampiro era escolher uma criança jovem bastante para ser virgem e sentá-la num cavalo de cor homogênea que também fosse virgem e nunca tivesse tropeçado. O cavalo era levado ao cemitério e solto entre as sepulturas. Se ele se recusasse a passar sobre um túmulo, ali poderia estar um vampiro.
É comum o túmulo de um vampiro ter um ou mais buracos pelos quais possa passar uma serpente.
Como matar um vampiro? A estaca, feita de uma roseira selvagem, álamo ou abeto, ou de ferro em brasa, deve ser dirigida para o coração do vampiro, a fim de mantê-lo preso no seu túmulo. 0 corpo do vampiro será então queimado, ou enterrado novamente numa encruzilhada.
Se um vampiro não é encontrado ou é considerado inofensivo, ele primeiro matará todos os membros mais próximos da sua família. Depois se voltará para os outros habitantes da aldeia e os animais.
O vampiro não pode se distanciar de sua sepultura, uma vez que deve retornar para ela antes do raiar do dia.
Se não for localizado, o vampiro pode subir ao campanário de uma igreja e recitar ali os nomes dos habitantes do lugar, que morrerão instantaneamente, ou em algumas regiões o vampiro tocará um dobre de finados e todos que o ouvirem morrerão na hora.
Se o vampiro continua despercebido por sete anos, pode viajar para outro país ou a um lugar onde outra língua é falada e tornarse humano outra vez. Ele ou ela pode se casar e ter filhos, mas todos se tornarão vampiros quando morrerem.
Os romenos cortam as solas dos pés ou amarram juntos as pernas e os joelhos dos suspeitos, para tentar impedilos de caminhar.
Alguns enterram corpos com foices em torno dos pescoços, de modo que, tentando sair, o vampiro corte fora sua própria cabeça.
Por ser uma liga pura, acredita-se que a prata tem o poder de barrar vampiros, assim como lobisomens. Por isso, as cruzes e os ícones são em geral feitos de prata.
Os camponeses do século 5 consideravam Vlad Tepes um vampiro? Quando interrogados sobre as crenças correntes, os camponeses residentes na região em torno do Castelo Drácula revelaram que há uma ligação entre Vlad Tepes e o vampiro do seu folclore. Os camponeses nada sabem do Drácula de Stoker. Os mais velhos, no entanto, acreditam piamente em vampiros e mortos-vivos.
À medida que nossa cultura se tornou mais urbana, um preconceito contra a superstição dos camponeses também cresceu. Isso é refletido no nosso uso da palavra "urbano" para descrever alguma coisa positiva, aberta e racional, e a palavra "provinciano" para designar alguma coisa primitiva, estreita e ignorante. Há uma tendência a ver a cultura camponesa como primária e não-científica. Até Karl Marx afirmou que o capitalismo pelo menos havia salvo a maioria da população da "idiotice da vida rural".
Por fim nem todas as crenças do homem moderno ocidental são lógicas e científicas. As atitudes em relação à morte e à vida foram sempre complexas para todos os homens, abrangendo ódio e amor, atração e repulsa, esperança e medo. A crença em vampiros é um modo poético e imaginativo de olhar a morte e a vida depois dela.
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Mais sobre o vampirismo

A crença em vampiros nasceu milênios de anos atrás, quando o homem descobriu que o sangue é a fonte da vida, e se espalhou pelo mundo todo. Em muitos lugares, como na Romênia - pátria de Drácula -, ela sobrevive ainda hoje.
O significado do vampirismo perde-se muito longe no passado, desde que o caçador primitivo descobriu que, Juntamente com o sangue que sai de um animal, ou de um outro homem, a vida também escapa e se extingue. O sangue é a fonte da vitalidade.
Por isso, os homens se besuntaram a si mesmos de sangue, e às vezes o beberam. Foi assim que a idéia de beber sangue para renovar a vitalidade entrou na historia. Para o vampiro, na verdade, "o sangue é a vida" – como citou Drácula, e ainda em Deuteronômio 12:36, embora a passagem bíblica real seja uma advertência contra beber sangue. ("Tão somente o sangue não comereis; sobre a terra derramarei como água") Outra passagem da Biblia onde cita a advertência esta em Gêneses 9:4 ("A carne porem, com sua vida, isto é com seu sangue, não comeris")A crença em vampiros é universal. Ela é documentada na antiga Babilônia, no Egito, em Roma, na Grécia e na China. Os relatos sobre vampiros existem em civilizações completamente separadas, entre as quais, quais quer influências diretas foram impossíveis. O vampiro é conhecido por vários nomes - vrykolakes, brykilakas, barbarlakos, borborlakos ou bourdoulakos em grego moderno; katakhanoso ou baital em sânscrito antigo: upiry em russo; upiory em polonês; blutsäuger em alemão; etc. Os chineses antigos temiam o giang shi, um demônio que bebia sangue. Na China, os vampiros já existiam em 600 a.C. Descrições de vampiros são encontradas nas antigas cerâmicas da Babilônia e da Assíria, milhares de anos antes de Cristo.
A crença também floresceu no Novo Mundo, assim como no Antigo. Os peruanos pré-colombianos acreditavam numa classe de demônios chamados canchus ou pumapmicuc, os quais sugavam o sangue dos jovens adormecidos de modo a partilhar sua vida. Os astecas sacrificavam o coração dos prisioneiros ao sol, na crença de que seu sangue conservava a energia solar.
No começo da era cristã, o erudito Bhavabhuti escreveu contos clássicos indianos, inclusive 25 histórias de um vampiro que animava cadáveres e podia ser visto pendurado de cabeça para baixo numa árvore, como um morcego. O deus hindu Shiva partilha muitas semelhanças com os vampiros, tal como ser capaz de criar e de destruir ao mesmo tempo. A idéia de vampiro supõe o conceito oriental do eterno retorno, segundo o qual ninguém é realmente destruído, mas volta vezes sem fim em reencarnações.
Os vampiros tiram o sangue dos viventes, mas se misturam o seu sangue ao de sua vítima essa pessoa setorna um morto-vivo, sobrevivendo à morte comum. A prova de que os vampiros foram considerados essencialmente femininos, sem órgãos masculinos, vem de Santo Agostinho e dos primeiros padres da Igreja. Agostinho escreveu que os demônios tinham" imortalidade corporal e paixões como seres humanos", mas não podiam produzir sêmen. Em vez disso, eles juntavam sêmens dos corpos de homens reais e os injetavam em mulheres adormecidas para engravidá-las. São Clemente testemunha que os demônios têm paixões humanas mas "não órgãos, assim eles se voltam para os humanos para usar seus órgãos. Uma vez exercendo o controle desses órgãos, podem obter o que querem".Durante o século 18, um vampiro famoso chamado Peter Poglojowitz surgiu em uma pequena aldeia da Hungria. Após sua morte, em 1725, seu corpo foi desenterrado. Encon traram sangue fresco escorrendo de sua boca e seu corpo não aparentava os sinais de rigor mortis ou de decomposição. Assim, os camponeses locais imaginaram que se tratava de um vampiro e queimaram o corpo.
Os ortodoxos cristãos que em 1725, seu corpo foi desenterrado.
Em 1732, o caso do vampiro sérvio Arnold Paole, de Medvegia, estimulou a pesquisa científica do século 18 sobre vampiros. Em pleno ápice do racionalismo, em 1751, um erudito dominicano, Augustin Calmet, escreveu um tratado sobre vampiros na Hungria e na Morávia. As crenças em vampiros são particularmente fortes hoje no sudeste da Europa, especialmente entre os modernos gregos. A ilha sulina das Cíclades, em Santorini, é considerada maldita pelos vampiros que tem.
Muitos autores notaram esse fenômeno desde o século XVII. De fato, se um vampiro suspeito era descoberto na Grécia continental, embarcavam seu corpo em navio para Santorini, porque o povo lá tinha uma longa tradição e uma vasta experiência a respeito de vampiros. Um velho dito grego fala em "trazer vampiros para Santorini".
As práticas ortodoxas de excomunhão reforçam a crença nos vampiros. Quando os padres ou bispos ortodoxos cristãos expedem uma ordem de excomunhão, acrescentam a maldição "e a terra não receberá seu corpo" Isso significa que o corpo da pessoa excomungada permanecerá "incorrupto e inteiro". A alma não descansará em paz. Nesse caso, a não-decomposição do corpo é um aviso do mal. Os ortodoxos cristãos que se couverteram ao catolicismo romano ou ao islamismo são condenados a vagar pela terra e a não entrar no céu. É importante lembrar nesse contexto que o Drácula histórico, tendo se convertido ao catolicismo próximo ao fim de sua vida, "abandonou a luz da ortodoxia" e "aceitou a escuridão" da heresia, e a partir daí candidatou-se a se tornar um morto-vivo, um vampiro.
Os romenos em particular têm muitos nomes para uma grande variedade de vampiros. Por exemplo, o termo mais comum, strigoi (na sua forma feminina é strigoaica), é uma criatura demoníaca que dorme durante as horas do dia, voa à noite e pode tomar a forma animal de um lobo, um cão ou um pássaro, e chupa o sangue de crianças adormecidas. A fêmea é mais perigosa que o macho. Ela pode também destruir casamentos e colheitas, impedir vacas de darem leite e mesmo provocar doenças fatais e a morte. O pricolici romeno é um vampiro que pode aparecer nas formas humana, de cachorro e de lobo. Entre os romenos, os vampiros são sempre o mal, sua jornada para o outro mundo foi interrompida e eles são condenados a vagar entre os vivos por um tempo.
Na Transilvânia, o alho é a arma poderosa para deter vampiros. As janelas e as portas são ungidas com alho para mantê-los a distância. Além disso, animais de criação, especialmente ovelhas, são esfregados com alho, pois os vampiros podem atacá-los as sim como fazem com os humanos.Os camponeses consideram o alho uma planta medicinal. Eles o comem para curar o resfriado comum e várias enfermidades. Tudo que afasta as doenças é considerado bom ou magia "branca", de onde se conclui que o alho pode afugentar os demônios, o lobisomem e os vampiros.
A tumba de um vampiro pode ser identificada por buracos em torno do sepulcro bastante grandes para que uma serpente possa passar por eles. Para impedir que o vampiro saia de sua sepultura, esses buracos devem ser enchidos com água. Os espinhos das rosas selvagens são garantidos para manter vampiros a distância. Sementes de papoula são espalhadas no caminho do cemitério para a cidade porque os vampiros são contadores compulsivos e não conseguem deixar de querer catá-las. Essa prática pode impedir o vampiro de chegar à aldeia antes do raiar do dia, hora em que ele deve voltar ao seu caixão.
O modo definitivo de destruir um vampiro é dirigir ao seu coração uma estaca que deve atravessá-lo, ou ao seu umbigo, enquanto é dia claro e o vampiro precisa repousar no caixão. A estaca deve ser feita de oliveira ou de álamo. Em algumas regiões da Transilvânia, barras de ferro de preferência aquecidas ao rubro - são usadas. Como garantia adicional, o corpo do vampiro é queimado. Às vezes um abeto é enterrado no corpo do vampiro para mantê-lo na sua sepultura. Uma derivação disso é o pé de abeto como ornamento, encontrado hoje sobre os túmulos na Romênia.
Muitos romenos acreditam que a vida após a morte será bastante parecida com a vida na Terra. Como não há muita fé num mundo puramente espiritual, parece razoável que após a morte o vampiro possa andar pela Terra do mesmo modo que uma pessoa viva. Os mortos ambulantes não são sempre vampiros, no entanto. De fato, o termo romeno para morto-vivo, moroi, é mais comum do que o termo para vampiro ou sugador de sangue, strigoi, mas ambos são mortos do mesmo modo. Os strigois são literalmente pássaros demoníacos da noite; eles só voam após o pôr-do-sol, comem carne humana e bebem sangue.
A crença em mortos ambulantes e vampiros bebedores de sangue talvez nunca desapareça. Foi só no século passado 1823, para ser exato , que a Inglaterra pôs fora da lei a prática de enterrar estacas no coração dos suicidas. Hoje é na Transilvânia que a lenda dos vampiros tem seu apelo mais forte.
Na Europa Oriental diz-se que os vampiros têm dois corações ou duas almas. Uma vez que um desses corações ou uma dessas almas nunca morre, o vampiro permanece um morto-vivo.
Quem pode tornar-se um vampiro? Na Transilvânia, criminosos, bastardos, feiticeiras, mágicos, pessoas excomungadas, os que nascem com dentes, com âmnio (ou membrana na cabeça) e crianças não batizadas podem tornar-se vampiros. O sétimo filho de um sétimo filho está condenado a se tornar vampiro.
Como se pode descobrir um vampiro? Toda pessoa que não come alho ou que manifesta uma clara aversão ao alho é suspeita.
Os vampiros às vezes atacam os mudos. Podem roubar a beleza ou a energia de alguém, ou ainda leite de mães que amamentam.
Na Romênia, os camponeses acreditam que os vampiros e outros espectros encontram-se na véspera do dia de Santo André, num lugar onde o cuco não canta e o cachorro não ladra.
Os vampiros têm medo da luz, e por isso é necessário fazer um bom fogo para afastálos, assim como tochas devem iluminar o exterior das casas.
Mesmo se você se tranca na sua casa, não está a salvo dos vampiros, uma vez que eles podem entrar pelas chaminés e pelo buraco da fechadura. Assim, deve-se esfregar a chaminé e as fechaduras com alho, assim como as janelas e portas. Os animais de criação devem ser também esfregados com alho para sua proteção.
Cruzes feitas de espinhos de rosas selvagens são eficazes para manter longe os vampiros.
Os corpos são exumados entre três e sete anos após o sepultamento; se a decomposição não é completa, uma estaca deve ser cravada no coração.
Se um gato ou outro animal demoníaco salta ou voa sobre o corpo antes que ele seja enterrado, ou se a sombra de um homem passa sobre o cadáver, o falecido pode ser um vampiro.
Se o corpo do morto é refletido no espelho, o reflexo ajuda o espírito a deixar esse corpo e a se tornar um vampiro.
No folclore húngaro, uma das maneiras mais comuns de identificar um vampiro era escolher uma criança jovem bastante para ser virgem e sentá-la num cavalo de cor homogênea que também fosse virgem e nunca tivesse tropeçado. O cavalo era levado ao cemitério e solto entre as sepulturas. Se ele se recusasse a passar sobre um túmulo, ali poderia estar um vampiro.
É comum o túmulo de um vampiro ter um ou mais buracos pelos quais possa passar uma serpente.
Como matar um vampiro? A estaca, feita de uma roseira selvagem, álamo ou abeto, ou de ferro em brasa, deve ser dirigida para o coração do vampiro, a fim de mantê-lo preso no seu túmulo. 0 corpo do vampiro será então queimado, ou enterrado novamente numa encruzilhada.
Se um vampiro não é encontrado ou é considerado inofensivo, ele primeiro matará todos os membros mais próximos da sua família. Depois se voltará para os outros habitantes da aldeia e os animais.
O vampiro não pode se distanciar de sua sepultura, uma vez que deve retornar para ela antes do raiar do dia.
Se não for localizado, o vampiro pode subir ao campanário de uma igreja e recitar ali os nomes dos habitantes do lugar, que morrerão instantaneamente, ou em algumas regiões o vampiro tocará um dobre de finados e todos que o ouvirem morrerão na hora.
Se o vampiro continua despercebido por sete anos, pode viajar para outro país ou a um lugar onde outra língua é falada e tornarse humano outra vez. Ele ou ela pode se casar e ter filhos, mas todos se tornarão vampiros quando morrerem.
Os romenos cortam as solas dos pés ou amarram juntos as pernas e os joelhos dos suspeitos, para tentar impedilos de caminhar.
Alguns enterram corpos com foices em torno dos pescoços, de modo que, tentando sair, o vampiro corte fora sua própria cabeça.
Por ser uma liga pura, acredita-se que a prata tem o poder de barrar vampiros, assim como lobisomens. Por isso, as cruzes e os ícones são em geral feitos de prata.
Os camponeses do século 5 consideravam Vlad Tepes um vampiro? Quando interrogados sobre as crenças correntes, os camponeses residentes na região em torno do Castelo Drácula revelaram que há uma ligação entre Vlad Tepes e o vampiro do seu folclore. Os camponeses nada sabem do Drácula de Stoker. Os mais velhos, no entanto, acreditam piamente em vampiros e mortos-vivos.
À medida que nossa cultura se tornou mais urbana, um preconceito contra a superstição dos camponeses também cresceu. Isso é refletido no nosso uso da palavra "urbano" para descrever alguma coisa positiva, aberta e racional, e a palavra "provinciano" para designar alguma coisa primitiva, estreita e ignorante. Há uma tendência a ver a cultura camponesa como primária e não-científica. Até Karl Marx afirmou que o capitalismo pelo menos havia salvo a maioria da população da "idiotice da vida rural".
Por fim nem todas as crenças do homem moderno ocidental são lógicas e científicas. As atitudes em relação à morte e à vida foram sempre complexas para todos os homens, abrangendo ódio e amor, atração e repulsa, esperança e medo. A crença em vampiros é um modo poético e imaginativo de olhar a morte e a vida depois dela.
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Vampiros na poesia
Os poetas alemães foram os responsáveis por introduzir os vampiros na literatura. O poema "Der Vampir", de 1748, escrito por Heinrich August Ossenfeld, é considerado o primeiro texto literário a tratar do tema vampiro. "Lenora", de 1773, escrito por Gottfried August Bürger, narra a volta de um rapaz falecido para levar a noiva (lenora) para uma cavalgada sobrenatural. O texto não é sobre vampiros, mas serviu de inspiração para a literatura vampírica.
O famoso escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe publica em 1797 o poema "A Noiva de Corinto" (Die Braut von Korinth). Uma jovem retorna dos mortos buscar o noivo. Graças a um sepultamento cristão inadequado, ela se torna uma vampira.
Samuel Taylor Coleridge foi o primeiro poeta a introduzir os vampiros na poesia britânica. O poema "Christabel"foi escrito entre 1797 e 1801. Após ter sido abandonada por seus seqüestradores, Lady Geraldine é resgatada pela jovem Christabel. Apesar de não haver uma menção de que Geraldine é vampira, os acontecimentos da narrativa e as características da personagem permitem deduzi-lo. O poema contém alusões ao lesbianismo. Em uma das cenas, após tomarem uma garrafa de vinho, Lady Geraldine enfeitiça e convence Christabel a se despir, enquanto ela deixa os seios e metade do corpo à mostra. As duas dormem juntas. Na manhã seguinte ao ocorrido, o corpo velho e ressequido de Geraldine rejuvenesce. A jovem, ao sair do transe, sente culpa e vai rezar.
Robert Southey está entre os primeiros escritores a introduzir os vampiros na literatura inglesa. Em um dos episódios do poema épico Thalaba the Destroyer (1801), o herói Thalaba enfrenta um vampiro, sua falecida noiva Oneiza, que morreu no dia do casamento. O protagonista a mata enfiando uma lança no corpo da mulher.
Outros nomes da poesia britânica que merecem menção são John Herman Merivale e John Stagg. Em "The Dead Men of Pest" (1807), de Merivale, um demônio chamado Vampire sai de tumba e mata os habitantes de uma aldeia, sugando-lhes o sangue. No volume de sua coleção de poemas de 1810, The Minstrel of the North, Stagg incluiu o poema "The Vampyre". Nele o narrador Herman é atacado por um vampiro, o amigo recém-falecido Sigismund. A narrativa termina com os moradores cravando estacas nos corpos de Herman e seu amigo vampiro.
Lord Byron, em 1813, escreveu o poema "The Giaour", em que o protagonista, amaldiçoado por um muçulmano, se torna um vampiro e suga o sangue daqueles que lhe são próximos.
O famoso poeta John Keats também explorou a imagem da mulher vampira que seduz e mata. São de sua autoria os poemas "The Eve of Saint Agnes", "Lamia" e "La Belle Dame sans Merci". Os dois primeiros de 1819 (ano de publicação do conto "The Vampyre", de Polidori, primeira obra de ficção em inglês sobre vampiros), e o último de 1820.
Na França, poucos poetas fizeram referência ao tema vampiro. O conto era o principal forma de divulgação das criaturas da noite. Théophile Gautier, escritor famoso por suas histórias de vampiros, escreveu o poema "Les Taches Jaunes" (1844). Influenciado por Gautier, o famoso poeta Charles Baudelaire dedica a ele os seus poemas, incluindo os de vampiro. "The Vampyre" e "Les Metamorphoses du Vampire" se encontram no livro Les Fleurs du Mal (Flores do Mal), publicado em 1857.
No século XX, o número de aparições vampíricas aumentava cada vez mais. O escritor irlandês James Joyce inseriu no seu romance Ulysses um curto poema. Atualmente é imensa a variedade de estilos e formas de abordagens do tema. Fica difícil indicar poucos nomes.
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O famoso escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe publica em 1797 o poema "A Noiva de Corinto" (Die Braut von Korinth). Uma jovem retorna dos mortos buscar o noivo. Graças a um sepultamento cristão inadequado, ela se torna uma vampira.
Samuel Taylor Coleridge foi o primeiro poeta a introduzir os vampiros na poesia britânica. O poema "Christabel"foi escrito entre 1797 e 1801. Após ter sido abandonada por seus seqüestradores, Lady Geraldine é resgatada pela jovem Christabel. Apesar de não haver uma menção de que Geraldine é vampira, os acontecimentos da narrativa e as características da personagem permitem deduzi-lo. O poema contém alusões ao lesbianismo. Em uma das cenas, após tomarem uma garrafa de vinho, Lady Geraldine enfeitiça e convence Christabel a se despir, enquanto ela deixa os seios e metade do corpo à mostra. As duas dormem juntas. Na manhã seguinte ao ocorrido, o corpo velho e ressequido de Geraldine rejuvenesce. A jovem, ao sair do transe, sente culpa e vai rezar.
Robert Southey está entre os primeiros escritores a introduzir os vampiros na literatura inglesa. Em um dos episódios do poema épico Thalaba the Destroyer (1801), o herói Thalaba enfrenta um vampiro, sua falecida noiva Oneiza, que morreu no dia do casamento. O protagonista a mata enfiando uma lança no corpo da mulher.
Outros nomes da poesia britânica que merecem menção são John Herman Merivale e John Stagg. Em "The Dead Men of Pest" (1807), de Merivale, um demônio chamado Vampire sai de tumba e mata os habitantes de uma aldeia, sugando-lhes o sangue. No volume de sua coleção de poemas de 1810, The Minstrel of the North, Stagg incluiu o poema "The Vampyre". Nele o narrador Herman é atacado por um vampiro, o amigo recém-falecido Sigismund. A narrativa termina com os moradores cravando estacas nos corpos de Herman e seu amigo vampiro.
Lord Byron, em 1813, escreveu o poema "The Giaour", em que o protagonista, amaldiçoado por um muçulmano, se torna um vampiro e suga o sangue daqueles que lhe são próximos.
O famoso poeta John Keats também explorou a imagem da mulher vampira que seduz e mata. São de sua autoria os poemas "The Eve of Saint Agnes", "Lamia" e "La Belle Dame sans Merci". Os dois primeiros de 1819 (ano de publicação do conto "The Vampyre", de Polidori, primeira obra de ficção em inglês sobre vampiros), e o último de 1820.
Na França, poucos poetas fizeram referência ao tema vampiro. O conto era o principal forma de divulgação das criaturas da noite. Théophile Gautier, escritor famoso por suas histórias de vampiros, escreveu o poema "Les Taches Jaunes" (1844). Influenciado por Gautier, o famoso poeta Charles Baudelaire dedica a ele os seus poemas, incluindo os de vampiro. "The Vampyre" e "Les Metamorphoses du Vampire" se encontram no livro Les Fleurs du Mal (Flores do Mal), publicado em 1857.
No século XX, o número de aparições vampíricas aumentava cada vez mais. O escritor irlandês James Joyce inseriu no seu romance Ulysses um curto poema. Atualmente é imensa a variedade de estilos e formas de abordagens do tema. Fica difícil indicar poucos nomes.
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Linha do tempo dos Vampiros
407 - A palavra "upir" ,em suas primeiras aparições que mais tarde se tornaria "Vampiro" num documento que se refere ao príncipe russo como "Upir Lichy".
1428 - Nasce o tão famoso Vlad Tepes, filho de Vlad Dracul.
1436 - Vlad Tepes se torna o príncipe da Wallachia e vai para Tirgoviste.
1442 - Vlad Tepes e seu pai são aprisionados pelos turcos.
1447 - Vlad Tepes (pai) é decapitado.
1448 - Vlad conquista por um breve tempo o trono da Wallachia, porém destronado se dirige à Moldávia, onde se torna amigo do príncipe Stefan.
1451 - Vlad e Stefan fogem para a Transilvânia.
1456 - Uma pessoa de nome John Hanyadi ajuda Vlad a ter o trono da Wallachia, mas Vladislav Dan é executado.
1458 - Aparece Mathias Corvinus que sucede a John Hanyadi como o rei da Hungria.
1459 - Massacre dos boiardos na Páscoa e a reconstrução do Castelo de Drácula. E Bucareste é estabelecida como o segundo centro de governo.
1460 - Ataque sobre a cidade de Brasov, Romênia.
1462 - Após a batalha no Castelo de Drácula, Vlad vai para a Transilvânia. E inicia um período de 13 anos na prisão.
1475 - As guerras de verão na Sérvia são contra os turcos e em novembro : Vlad retoma o trono da Wallachia.
1476 - Vlad é assassinado.
1560 - Nasce Elizabeth Bathory.
1610 - Bathory é presa por Ter matado centenas de pessoas e de ter nadado em seu sangue. Ela é julgada e condenada recebendo a sentença de prisão perpétua.
1614 - Elizabeth Bathory morre.
1645 - Leo Allatius escreve o 1° Tratado moderno sobre os Vampiros; "De graecorum hodie quirudam opinatio nabus".
1657 - Fr. Françoise Richard associa o vampirismo à bruxaria quando escreve "Relation de ce s'est passé à Sant-Erini Isle de L'Archipel ".
1672 - Uma terrível onda de histeria varre Istra.
1679 - Philip Rohr escreve um texto alemão sobre Vampiros de título : "De Masticatione Mortuorum ".
1710 - A histeria do Vampiro varre a Prússia oriental.
1725 - A histeria do Vampiro volta à Prússia oriental.
1725/30 - A histeria do Vampiro continua na Hungria.
1725/32 - A onda da histeria do Vampiro na Sérvia austríaca produz os famosos casos de Peter Plogojo Witz e Arnold Paul (Paole).
1734 - A palavra vampyre entra para a língua inglesa traduzida de relatos alemães sobre as ondas de histeria vampírica européias.
1744 - O Cardeal Giuseppe Davanzati publica seu tratado Dissertazione sopre I Vampiri.
1746 - Dom Augustin Calmet publica seu tratado sobre os Vampiros, Dissertations sur les Apparitions des Anges, des Démons et des Espirits, et sur les revenants, et Vampires de Hundrie, de Bohême, de Moravie, et de Silésie.
1748 - É publicado o primeiro poema moderno de Vampiros, "Der Vampir", por Heinrich August Ossenfelder.1750 - Outra onda de histeria vampírica ocorre na Prússia oriental.1756 - A histeria do Vampiro atinge o pico na Wallachia.
1772 - A histeria do Vampiro ocorre na Rússia.
1797 - Publicação do poema de Goethe "Bride of Corinth" (poema concernente ao Vampiro).
1780-1800 - Samuel Taylor Coleridge escreve "Christabel", considerado hoje como o primeiro poema sobre Vampiros em inglês.
1800 - I Vampiri, ópera de Silvestro de Palma, estréia em Milão, Itália.
1801 - "Thalaba", de Robert Southey, é o primeiro poema a mencionar a palavra Vampiro, em inglês.
1810 - Circulam no norte da Inglaterra relatos de ovelhas com a jugular cortada e o sangue drenado. Publicação de "The Vampyre", de John Stagg, um dos primeiros poemas sobre Vampiros.
1813 - O poema de Lord Byron, "The Giaour", inclui o encontro de um herói com um Vampiro.
1819 - The Vampyre, de John Polidori, a primeira história de Vampiros em inglês, é publicada na edição de abril do New Monthly magazine. John Keats compõe "The Lamia", um poema calcado em antigas lendas gregas.
1820 - Lord Ruthwen ou Les Vampires, de Cyprien Berard, é publicado anonimamente em Paris, em 13 de junho; Le Vampire, a peça de Charles Nodier, estréia no Théâtre de la porte Saint-Martin, em Paris; agosto: The Vampire; or the Bridge of the Isles, uma tradução da peça de James R. Planché, estréia em Londres.
1829 - Março: a ópera de Heinrich Marshner, Der Vampyr, baseada na história de Nodier, estréia em Leipzig.
1841 - Alexey Tolstói publica seu conto, "Upyr", quando morava em Paris. É a primeira história moderna sobre Vampiros escrita por um russo.
1847 - Nasce Bram Stoker. Começa a longa seriação de Varney the Vampire.
1851 - A última obra dramática de Alexandre Dumas, Le Vampire, estréia em Paris.
1854 - O caso do Vampiro na família Ray, de Jewett, Connecticut, é publicado nos jornais locais.
1872 - Sheridan Le Fanu escreve "Carmilla". Vincenzo Verzeni, na Itália, é condenado por assassinar duas pessoas e por beber seu sangue.
1874 - Relatos de Ceven, na Irlanda, informam que ovelhas tiveram seus pescoços cortados e seu sangue drenado.
1888 - Editado o Land Beyond the Forest, de Emily Gerard. Vai se tornar a fonte principal de informações sobre a Transilvânia para o Drácula, de Bram Stoker.
1894 - O conto de H. G. Wells, "The Flowering of the Strange Orchid", é o precursor das histórias de ficção científica sobre Vampiros.
1897 - Drácula, de Bram Stoker, é publicado em Londres. "The Vampire", de Rudyard Kipling, se torna uma inspiração para a criação do Vampiro como um personagem estereotipado no palco e na tela.
1912 - The Secret of House N° 5, possivelmente o primeiro filme sobre Vampiros, é produzido na Grã-Bretanha.
1913 - É publicado Drácula's Guest, de Stoker.
1920 - Drácula, o primeiro filme baseado no livro, é produzido na Rússia. Não há cópias.
1921 - Cineastas húngaros produzem uma versão de Drácula.
1922 - Nosferatu, um filme mudo alemão, é produzido pela prana Films, é a terceira tentativa de filmar Drácula.
1924 - A versão de Drácula para o palco, de Hamilton Deane, estréia em Derby. Fritz Haarmann, de Hanover, Alemanha, é preso, julgado e condenado por matar mais de vinte pessoas numa orgia criminal vampírica. Sherlock Holmes tem seu único encontro com um Vampiro em "The case of the Sussex Vampire".
1927 - 14 de fevereiro: versão para o palco de Drácula estréia no Little Theater de Londres. Outubro: a versão americana de Drácula, estrelando Bela Lugosi, estréia no Fulton Theater de New York. Tod Browning dirige Lon Chaney em London After Midnight, o primeiro longa-metragem sobre Vampiros.
1928 - A primeira edição do influente trabalho de Montague Summers, The Vampire: His Kith and Kin, aparece na Inglaterra.
1929 - O segundo livro de Montague Summers, The Vampire in Europe, é publicado.
1931 - Janeiro: avant-première da versão espanhola Drácula. Fevereiro: versão americana para o cinema, Drácula, com Bela Lugosi, estréia no Roxy Theater, em New York. Peter Kürten, de Dusseldorf, Alemanha, é executado após ser julgado culpado de assassinar várias pessoas numa orgia vampírica.
1932 - Lançado o altamente aclamado filme Vampyr, dirigido por Carl Theodor Dreyer.
1936 - Lançado o filme Drácula's Daughter, pela Universal Pictures.
1942 - "Asylum", a primeira história sobre um Vampiro alienígena, de A. E. Van Vogt.
1943 - "Son of Dracula" (Universal Pictures) com Lon Chansey, Jr., como Drácula.
1944 - John Carradine interpreta Drácula pela primeira vez em Horror of Frankenstein.
1953 - Drakula Istanbula, um filme turco adaptado de Drácula, é lançado. Eerie N° 8 inclui a primeira história em quadrinhos adaptada de Drácula.
1954 - O código das histórias em quadrinhos bane os Vampiros. I Am Legend, de Richard Matheson, apresenta o vampirismo como uma doença que altera o corpo.
1956 - John Carradine interpreta Drácula na primeira adaptação para a televisão no programa Matinee Theater. Kyuketsuki Ga, o primeiro filme japonês sobre Vampiros, é lançado.
1957 - O primeiro filme italiano sobre Vampiros, "I Vampiri", é lançado. O produtor americano Roger Corman faz o primeiro filme de ficção científicas sobre o Vampiro, "Not of This Earth". "El Vampiro", com German Robles, é o primeiro de uma série de filmes mexicanos sobre Vampiros.
1958 - A Hammer Films, da Grã-Bretanha, inicia uma nova onda de interesse pelos Vampiros com o seu primeiro filme Drácula, lançado nos Estados Unidos como The Horror of Drácula. O primeiro número de Famous Monsters of Filmland assina um novo interesse pelos filmes de Horror nos Estados Unidos.
1959 - "Plan 9 From Outer Space" é o último filme de Bela Lugosi.
1961 - "The Bad Flower" é a primeira adaptação coreana de Drácula.
1962 - Fundação da Count Drácula Society, em Los Angeles, por Donald Reed.
1964 - "Parque de juegos" é o primeiro filme sobre Vampiros produzido na Espanha. "The Munsters" e "A Família Addams", duas comédias de horror com personagens vampíricos, abrem a temporada de outono na televisão.
1965 - Jeanne Youngson funda The Count Dracula Fan Club, The Munsters, baseado na série de TV do mesmo nome, é a primeira série de histórias em quadrinhos que destaca um personagem vampírico.
1966 - Dark Shadows estréia na rede ABC, na programação da tarde.
1967 - Abril: No episódio 210 de Dark Shadows, o Vampiro Barnabas Colins faz sua primeira aparição.
1969 - O primeiro número de Vampirella, a história em quadrinhos de maior duração até hoje, é lançado. Denholm Elliott faz o papel-título na série Drácula, produção televisiva da BBC. "Does Dracula Really Suck? (Drácula and the Boys)" é lançado como o primeiro filme a apresentar um Vampiro gay.
1970 - Christopher Lee estrela em "El Conde Drácula", adaptação espanhola de Drácula. Sean Manchester funda the Vampire Reserarsh Society.
1971 - A Marvel Comics lança a primeira cópia de um livro sobre Vampiros pós-Código das histórias em quadrinhos, The Tomb of Drácula. Morbius, o Vampiro Vivo, é o primeiro novo personagem introduzido após a revisão do código que permitiu o reaparecimento de Vampiros em histórias de quadrinhos.
1972 - The Night Stalker, com Davis McGavin, se torna o filme de TV mais assistido até essa data. "Vampire Kung-Fu" é lançado em Hong Kong como o primeiro de uma série de filmes de artes marciais vampíricos. "In Search of Drácula", de Raymond T. McNally e Radu Florescu, introduz Vlad, o Empalador, o Drácula histórico, ao mundo dos fãs do Vampiro contemporâneo. "A Dream of Drácula", de Leonard Wolf, complementa o trabalho de McNally e de Florescu ao chamar atenção para a lenda do Vampiro. "True Vampire of History", de Donald Glut, é a primeira tentativa de juntar as histórias de todas as figuras históricas de Vampiros. Stephen Kaplan funda The Vampire Research Center.
1973 - A versão Drácula, da Dan Curtis Productions, apresenta o ator Jack Palance num filme feito para a TV. "Vampires", de Nancy Garden, inicia uma onda de literatura juvenil para crianças e jovens.
1975 - Fred Saberhagen propõe que seja Drácula mais como herói do que como vilão em "The Drácula Tape". The world of Dark Shadows é fundada como a primeira fanzine Dark Shadows.
1976 - Publicação do livro Interview with Vampire, de Anne Rice. Stephen King é recomendado para o world Fantasy Award por seu romance Salem's Lot. Shadowcon, a primeira convenção nacional Dark Shadows, é organizada pelos fãs de Dark Shadows.
1977 - Uma nova e dramática versão de Drácula estréia na Broadway, com frank Langella. Lois Jordan faz o papel principal em Count Drácula, uma versão de três horas do romance de Bram Stoker, na TV BBC. Martin V. Riccardo funda o Vampire Studies Society.
1978 - O livro Hotel Transylvania, de Chelsea Quinn Yarbro, junta-se aos volumes de Fred Saberhager e Anne Rice como um terceiro grande esforço para iniciar uma reavaliação do mito do Vampiro durante a década. Eric Held e Dorothy Nixon fundam o Vampire Information Exchange.1979 - Baseado no sucesso da nova produção de Broadway, a Universal Pictures refilma Drácula (1979), com Frank Langella, A gravação pela banda Bauhaus de "Bela Lugosi's Dead", torna-se o primeiro sucesso do novo movimento de rock gótico. Shadowgram é fundada como uma fanzine Dark Shadows.
1980 - A Bran Stoker Society é fundada em Dublin, na Irlanda. Richard Chase, conhecido como o Drácula assassino de Sacramento, Califórnia, comete suicídio na prisão. A world Federation of Dark Shadows Clubs (atualmente Dark Shadows Official Fan Clubs) é fundada.
1983 - Na edição de dezembro de Dr. Strange, o ás ocultista da Marvel Comics mata todos os Vampiros do mundo, banindo-os assim das histórias em quadrinhos pelos seis anos seguintes. É fundado o Dark Shadows Festival para anfitriar a convenção anual de Dark Shadows.
1985 - Publicação do livro The Vampire Lestat, de Anne Rice, que alcança a lista dos best-sellers.
1989 - A derrubada do ditador romeno Nicolae Ceaucescu abre a Transilvânia para os fãs de Drácula . Nancy Collins ganha o Bram Stoker Award por seu romance Sunglasses After Dark.
1991 - Vampire: The Masquerade, o mais bem sucedido role-playing game, ou RPG, é lançado pela White Wolf.
1992 - Estréia Bram Stoker's Drácula, dirigido por Francis Ford Coppola. Andrei Chikatilo, da Rússia, é condenado à morte após matar e vampirizar cerca de 55 pessoas.
1994 - A versão cinematográfica de "Interview with Vampire", de Anne Rice, estréia com Tom Cruise no papel do Vampiro Lestat e Brad Pitt como o Vampiro Louis
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1428 - Nasce o tão famoso Vlad Tepes, filho de Vlad Dracul.
1436 - Vlad Tepes se torna o príncipe da Wallachia e vai para Tirgoviste.
1442 - Vlad Tepes e seu pai são aprisionados pelos turcos.
1447 - Vlad Tepes (pai) é decapitado.
1448 - Vlad conquista por um breve tempo o trono da Wallachia, porém destronado se dirige à Moldávia, onde se torna amigo do príncipe Stefan.
1451 - Vlad e Stefan fogem para a Transilvânia.
1456 - Uma pessoa de nome John Hanyadi ajuda Vlad a ter o trono da Wallachia, mas Vladislav Dan é executado.
1458 - Aparece Mathias Corvinus que sucede a John Hanyadi como o rei da Hungria.
1459 - Massacre dos boiardos na Páscoa e a reconstrução do Castelo de Drácula. E Bucareste é estabelecida como o segundo centro de governo.
1460 - Ataque sobre a cidade de Brasov, Romênia.
1462 - Após a batalha no Castelo de Drácula, Vlad vai para a Transilvânia. E inicia um período de 13 anos na prisão.
1475 - As guerras de verão na Sérvia são contra os turcos e em novembro : Vlad retoma o trono da Wallachia.
1476 - Vlad é assassinado.
1560 - Nasce Elizabeth Bathory.
1610 - Bathory é presa por Ter matado centenas de pessoas e de ter nadado em seu sangue. Ela é julgada e condenada recebendo a sentença de prisão perpétua.
1614 - Elizabeth Bathory morre.
1645 - Leo Allatius escreve o 1° Tratado moderno sobre os Vampiros; "De graecorum hodie quirudam opinatio nabus".
1657 - Fr. Françoise Richard associa o vampirismo à bruxaria quando escreve "Relation de ce s'est passé à Sant-Erini Isle de L'Archipel ".
1672 - Uma terrível onda de histeria varre Istra.
1679 - Philip Rohr escreve um texto alemão sobre Vampiros de título : "De Masticatione Mortuorum ".
1710 - A histeria do Vampiro varre a Prússia oriental.
1725 - A histeria do Vampiro volta à Prússia oriental.
1725/30 - A histeria do Vampiro continua na Hungria.
1725/32 - A onda da histeria do Vampiro na Sérvia austríaca produz os famosos casos de Peter Plogojo Witz e Arnold Paul (Paole).
1734 - A palavra vampyre entra para a língua inglesa traduzida de relatos alemães sobre as ondas de histeria vampírica européias.
1744 - O Cardeal Giuseppe Davanzati publica seu tratado Dissertazione sopre I Vampiri.
1746 - Dom Augustin Calmet publica seu tratado sobre os Vampiros, Dissertations sur les Apparitions des Anges, des Démons et des Espirits, et sur les revenants, et Vampires de Hundrie, de Bohême, de Moravie, et de Silésie.
1748 - É publicado o primeiro poema moderno de Vampiros, "Der Vampir", por Heinrich August Ossenfelder.1750 - Outra onda de histeria vampírica ocorre na Prússia oriental.1756 - A histeria do Vampiro atinge o pico na Wallachia.
1772 - A histeria do Vampiro ocorre na Rússia.
1797 - Publicação do poema de Goethe "Bride of Corinth" (poema concernente ao Vampiro).
1780-1800 - Samuel Taylor Coleridge escreve "Christabel", considerado hoje como o primeiro poema sobre Vampiros em inglês.
1800 - I Vampiri, ópera de Silvestro de Palma, estréia em Milão, Itália.
1801 - "Thalaba", de Robert Southey, é o primeiro poema a mencionar a palavra Vampiro, em inglês.
1810 - Circulam no norte da Inglaterra relatos de ovelhas com a jugular cortada e o sangue drenado. Publicação de "The Vampyre", de John Stagg, um dos primeiros poemas sobre Vampiros.
1813 - O poema de Lord Byron, "The Giaour", inclui o encontro de um herói com um Vampiro.
1819 - The Vampyre, de John Polidori, a primeira história de Vampiros em inglês, é publicada na edição de abril do New Monthly magazine. John Keats compõe "The Lamia", um poema calcado em antigas lendas gregas.
1820 - Lord Ruthwen ou Les Vampires, de Cyprien Berard, é publicado anonimamente em Paris, em 13 de junho; Le Vampire, a peça de Charles Nodier, estréia no Théâtre de la porte Saint-Martin, em Paris; agosto: The Vampire; or the Bridge of the Isles, uma tradução da peça de James R. Planché, estréia em Londres.
1829 - Março: a ópera de Heinrich Marshner, Der Vampyr, baseada na história de Nodier, estréia em Leipzig.
1841 - Alexey Tolstói publica seu conto, "Upyr", quando morava em Paris. É a primeira história moderna sobre Vampiros escrita por um russo.
1847 - Nasce Bram Stoker. Começa a longa seriação de Varney the Vampire.
1851 - A última obra dramática de Alexandre Dumas, Le Vampire, estréia em Paris.
1854 - O caso do Vampiro na família Ray, de Jewett, Connecticut, é publicado nos jornais locais.
1872 - Sheridan Le Fanu escreve "Carmilla". Vincenzo Verzeni, na Itália, é condenado por assassinar duas pessoas e por beber seu sangue.
1874 - Relatos de Ceven, na Irlanda, informam que ovelhas tiveram seus pescoços cortados e seu sangue drenado.
1888 - Editado o Land Beyond the Forest, de Emily Gerard. Vai se tornar a fonte principal de informações sobre a Transilvânia para o Drácula, de Bram Stoker.
1894 - O conto de H. G. Wells, "The Flowering of the Strange Orchid", é o precursor das histórias de ficção científica sobre Vampiros.
1897 - Drácula, de Bram Stoker, é publicado em Londres. "The Vampire", de Rudyard Kipling, se torna uma inspiração para a criação do Vampiro como um personagem estereotipado no palco e na tela.
1912 - The Secret of House N° 5, possivelmente o primeiro filme sobre Vampiros, é produzido na Grã-Bretanha.
1913 - É publicado Drácula's Guest, de Stoker.
1920 - Drácula, o primeiro filme baseado no livro, é produzido na Rússia. Não há cópias.
1921 - Cineastas húngaros produzem uma versão de Drácula.
1922 - Nosferatu, um filme mudo alemão, é produzido pela prana Films, é a terceira tentativa de filmar Drácula.
1924 - A versão de Drácula para o palco, de Hamilton Deane, estréia em Derby. Fritz Haarmann, de Hanover, Alemanha, é preso, julgado e condenado por matar mais de vinte pessoas numa orgia criminal vampírica. Sherlock Holmes tem seu único encontro com um Vampiro em "The case of the Sussex Vampire".
1927 - 14 de fevereiro: versão para o palco de Drácula estréia no Little Theater de Londres. Outubro: a versão americana de Drácula, estrelando Bela Lugosi, estréia no Fulton Theater de New York. Tod Browning dirige Lon Chaney em London After Midnight, o primeiro longa-metragem sobre Vampiros.
1928 - A primeira edição do influente trabalho de Montague Summers, The Vampire: His Kith and Kin, aparece na Inglaterra.
1929 - O segundo livro de Montague Summers, The Vampire in Europe, é publicado.
1931 - Janeiro: avant-première da versão espanhola Drácula. Fevereiro: versão americana para o cinema, Drácula, com Bela Lugosi, estréia no Roxy Theater, em New York. Peter Kürten, de Dusseldorf, Alemanha, é executado após ser julgado culpado de assassinar várias pessoas numa orgia vampírica.
1932 - Lançado o altamente aclamado filme Vampyr, dirigido por Carl Theodor Dreyer.
1936 - Lançado o filme Drácula's Daughter, pela Universal Pictures.
1942 - "Asylum", a primeira história sobre um Vampiro alienígena, de A. E. Van Vogt.
1943 - "Son of Dracula" (Universal Pictures) com Lon Chansey, Jr., como Drácula.
1944 - John Carradine interpreta Drácula pela primeira vez em Horror of Frankenstein.
1953 - Drakula Istanbula, um filme turco adaptado de Drácula, é lançado. Eerie N° 8 inclui a primeira história em quadrinhos adaptada de Drácula.
1954 - O código das histórias em quadrinhos bane os Vampiros. I Am Legend, de Richard Matheson, apresenta o vampirismo como uma doença que altera o corpo.
1956 - John Carradine interpreta Drácula na primeira adaptação para a televisão no programa Matinee Theater. Kyuketsuki Ga, o primeiro filme japonês sobre Vampiros, é lançado.
1957 - O primeiro filme italiano sobre Vampiros, "I Vampiri", é lançado. O produtor americano Roger Corman faz o primeiro filme de ficção científicas sobre o Vampiro, "Not of This Earth". "El Vampiro", com German Robles, é o primeiro de uma série de filmes mexicanos sobre Vampiros.
1958 - A Hammer Films, da Grã-Bretanha, inicia uma nova onda de interesse pelos Vampiros com o seu primeiro filme Drácula, lançado nos Estados Unidos como The Horror of Drácula. O primeiro número de Famous Monsters of Filmland assina um novo interesse pelos filmes de Horror nos Estados Unidos.
1959 - "Plan 9 From Outer Space" é o último filme de Bela Lugosi.
1961 - "The Bad Flower" é a primeira adaptação coreana de Drácula.
1962 - Fundação da Count Drácula Society, em Los Angeles, por Donald Reed.
1964 - "Parque de juegos" é o primeiro filme sobre Vampiros produzido na Espanha. "The Munsters" e "A Família Addams", duas comédias de horror com personagens vampíricos, abrem a temporada de outono na televisão.
1965 - Jeanne Youngson funda The Count Dracula Fan Club, The Munsters, baseado na série de TV do mesmo nome, é a primeira série de histórias em quadrinhos que destaca um personagem vampírico.
1966 - Dark Shadows estréia na rede ABC, na programação da tarde.
1967 - Abril: No episódio 210 de Dark Shadows, o Vampiro Barnabas Colins faz sua primeira aparição.
1969 - O primeiro número de Vampirella, a história em quadrinhos de maior duração até hoje, é lançado. Denholm Elliott faz o papel-título na série Drácula, produção televisiva da BBC. "Does Dracula Really Suck? (Drácula and the Boys)" é lançado como o primeiro filme a apresentar um Vampiro gay.
1970 - Christopher Lee estrela em "El Conde Drácula", adaptação espanhola de Drácula. Sean Manchester funda the Vampire Reserarsh Society.
1971 - A Marvel Comics lança a primeira cópia de um livro sobre Vampiros pós-Código das histórias em quadrinhos, The Tomb of Drácula. Morbius, o Vampiro Vivo, é o primeiro novo personagem introduzido após a revisão do código que permitiu o reaparecimento de Vampiros em histórias de quadrinhos.
1972 - The Night Stalker, com Davis McGavin, se torna o filme de TV mais assistido até essa data. "Vampire Kung-Fu" é lançado em Hong Kong como o primeiro de uma série de filmes de artes marciais vampíricos. "In Search of Drácula", de Raymond T. McNally e Radu Florescu, introduz Vlad, o Empalador, o Drácula histórico, ao mundo dos fãs do Vampiro contemporâneo. "A Dream of Drácula", de Leonard Wolf, complementa o trabalho de McNally e de Florescu ao chamar atenção para a lenda do Vampiro. "True Vampire of History", de Donald Glut, é a primeira tentativa de juntar as histórias de todas as figuras históricas de Vampiros. Stephen Kaplan funda The Vampire Research Center.
1973 - A versão Drácula, da Dan Curtis Productions, apresenta o ator Jack Palance num filme feito para a TV. "Vampires", de Nancy Garden, inicia uma onda de literatura juvenil para crianças e jovens.
1975 - Fred Saberhagen propõe que seja Drácula mais como herói do que como vilão em "The Drácula Tape". The world of Dark Shadows é fundada como a primeira fanzine Dark Shadows.
1976 - Publicação do livro Interview with Vampire, de Anne Rice. Stephen King é recomendado para o world Fantasy Award por seu romance Salem's Lot. Shadowcon, a primeira convenção nacional Dark Shadows, é organizada pelos fãs de Dark Shadows.
1977 - Uma nova e dramática versão de Drácula estréia na Broadway, com frank Langella. Lois Jordan faz o papel principal em Count Drácula, uma versão de três horas do romance de Bram Stoker, na TV BBC. Martin V. Riccardo funda o Vampire Studies Society.
1978 - O livro Hotel Transylvania, de Chelsea Quinn Yarbro, junta-se aos volumes de Fred Saberhager e Anne Rice como um terceiro grande esforço para iniciar uma reavaliação do mito do Vampiro durante a década. Eric Held e Dorothy Nixon fundam o Vampire Information Exchange.1979 - Baseado no sucesso da nova produção de Broadway, a Universal Pictures refilma Drácula (1979), com Frank Langella, A gravação pela banda Bauhaus de "Bela Lugosi's Dead", torna-se o primeiro sucesso do novo movimento de rock gótico. Shadowgram é fundada como uma fanzine Dark Shadows.
1980 - A Bran Stoker Society é fundada em Dublin, na Irlanda. Richard Chase, conhecido como o Drácula assassino de Sacramento, Califórnia, comete suicídio na prisão. A world Federation of Dark Shadows Clubs (atualmente Dark Shadows Official Fan Clubs) é fundada.
1983 - Na edição de dezembro de Dr. Strange, o ás ocultista da Marvel Comics mata todos os Vampiros do mundo, banindo-os assim das histórias em quadrinhos pelos seis anos seguintes. É fundado o Dark Shadows Festival para anfitriar a convenção anual de Dark Shadows.
1985 - Publicação do livro The Vampire Lestat, de Anne Rice, que alcança a lista dos best-sellers.
1989 - A derrubada do ditador romeno Nicolae Ceaucescu abre a Transilvânia para os fãs de Drácula . Nancy Collins ganha o Bram Stoker Award por seu romance Sunglasses After Dark.
1991 - Vampire: The Masquerade, o mais bem sucedido role-playing game, ou RPG, é lançado pela White Wolf.
1992 - Estréia Bram Stoker's Drácula, dirigido por Francis Ford Coppola. Andrei Chikatilo, da Rússia, é condenado à morte após matar e vampirizar cerca de 55 pessoas.
1994 - A versão cinematográfica de "Interview with Vampire", de Anne Rice, estréia com Tom Cruise no papel do Vampiro Lestat e Brad Pitt como o Vampiro Louis
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A Lenda original do vampiro
Existem lendas de vampiros desde 125aC, quando ocorreu uma das principais histórias conhecidas de vampiros. Foi uma lenda grega. Na verdade pode-se afirmar que esse tenha sido o primeiro registro por escrito, pois as origens do mito se perdem séculos e séculos atrás quando a tradição oral prevalecia. Lendas sobre vampiros se originaram no oriente e viajaram para o ocidente através da Rota da Seda para o Mediterrâneo. De lá, elas se espalharam por terras eslavas e pelas montanhas dos Carpathos. Os eslavos têm as lendas mais ricas sobre vampiros. Elas estavam originariamente mais associadas aos iranianos e à partir do século VIII é que se espalharam por terras eslavas. Quase na mesma época em que essas histórias começaram a se difundir, iniciou-se o processo de cristianização da região, e as lendas de vampiros sobreviveram como mitos muitas vezes associados ao cristianismo.
Mais tarde, os ciganos migraram para o oeste pelo norte da Índia (onde também existem um certo número de lendas sobre vampiros), e seus mitos se confundiram com os mitos dos eslavos. Os ciganos chegaram na Transilvânia pouco tempo depois de Vlad Dracula nascer em 1431. O vampiro aqui era um fantasma de uma pessoa morta, que na maioria dos casos fora uma bruxa, um mago, ou um suicida.
Vampiros eram criaturas temidas, porque matavam pessoas ao mesmo tempo em que se pareciam com elas. A única diferença era que eles não possuíam sombra, nem se refletiam em espelhos. Além disso podiam mudar sua forma para a de um morcego, os tornavam difíceis de capturar e bastante perigosos. Durante a luz do dia dormiam em seus caixões, para à noite beber sangue humano, já que os raios eram letais para eles. O método mais comum era, pela meia noite, voar por uma janela na forma de um morcego e morder a vítima no pescoço de forma que seu sangue fosse totalmente sugado. Os vampiros não podiam entrar numa casa se não fossem convidados. Mas uma vez que eram poderiam retornar quando bem entendessem. Os vampiros eslavos não eram perigosos somente porque matavam pessoas, (muitos seres humanos também faziam isso) mas também porque suas vítimas, depois de morrerem, também se transformavam em vampiros. A característica mais temida dos vampiros era o fato deles serem praticamente imortais. Apenas alguns ritos podiam matar um vampiro como por exemplo: transpassar seu coração com uma estaca, decaptá-lo ou queimar seu sangue. Esse tipo de vampiro também é o mais conhecido, por ter sido imortalizado na figura do mais famoso vampiro de todos os tempos, o Conde Drácula, de Bram Stoker.
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Mais tarde, os ciganos migraram para o oeste pelo norte da Índia (onde também existem um certo número de lendas sobre vampiros), e seus mitos se confundiram com os mitos dos eslavos. Os ciganos chegaram na Transilvânia pouco tempo depois de Vlad Dracula nascer em 1431. O vampiro aqui era um fantasma de uma pessoa morta, que na maioria dos casos fora uma bruxa, um mago, ou um suicida.
Vampiros eram criaturas temidas, porque matavam pessoas ao mesmo tempo em que se pareciam com elas. A única diferença era que eles não possuíam sombra, nem se refletiam em espelhos. Além disso podiam mudar sua forma para a de um morcego, os tornavam difíceis de capturar e bastante perigosos. Durante a luz do dia dormiam em seus caixões, para à noite beber sangue humano, já que os raios eram letais para eles. O método mais comum era, pela meia noite, voar por uma janela na forma de um morcego e morder a vítima no pescoço de forma que seu sangue fosse totalmente sugado. Os vampiros não podiam entrar numa casa se não fossem convidados. Mas uma vez que eram poderiam retornar quando bem entendessem. Os vampiros eslavos não eram perigosos somente porque matavam pessoas, (muitos seres humanos também faziam isso) mas também porque suas vítimas, depois de morrerem, também se transformavam em vampiros. A característica mais temida dos vampiros era o fato deles serem praticamente imortais. Apenas alguns ritos podiam matar um vampiro como por exemplo: transpassar seu coração com uma estaca, decaptá-lo ou queimar seu sangue. Esse tipo de vampiro também é o mais conhecido, por ter sido imortalizado na figura do mais famoso vampiro de todos os tempos, o Conde Drácula, de Bram Stoker.
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Um pouco sobre os seres misticos_Em destaque o Vampiro
A palavra Vampiro surgiu por volta do século XVIII. Tem origem no idioma sérvio como Vampir, e sua forma básica é invariável nos idiomas tcheco, russo, búlgaro e húngaro. Lendas oriundas da Eslováquia e da Hungria, estabelecem que a alma de um suicida deixava seu sepulcro durante as noites para atacar os humanos, sugava o sangue e retornava como morcego para o túmulo, antes do nascer do sol. Assim, suas vítimas também tornavam-se vampiros após a morte. As civilizações da Assíria e Babilônia, também registram lendas sobre criaturas que sugavam sangue de seres humanos e animais de grande porte. Outros mitos pregam que as pessoas que morrem excomungadas, tornam-se mortos-vivos vagando pela noite e alimentando-se de sangue, até que os sacramentos da Igreja os libertem. Crianças não-batizadas, e o sétimo filho de um sétimo filho também se tornariam vampiros.
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