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Transformado-se em vampiro

domingo, 7 de fevereiro de 2010.

Início

Ao encontrar Lestat, Magnus o torna um vampiro, contra a sua vontade. No entanto, Magnus, cansado da vida, comete o suicídio atirando-se em uma pira, deixando Lestat para defender a si próprio, sem qualquer tipo de orientação. Lestat descobre que agora é herdeiro de uma inesgotável riqueza, e começa uma aventura que o leva a conhecer todo o mundo.
Lestat sempre foi uma criatura solitária. Em sua infância o único membro da sua família com quem ele tinha qualquer ligação era com a mãe. Gabrielle de Lioncourt foi uma bela mulher de ascendência italiana, foi dela que Lestat herdou o seu cabelo louro e sua boa aparência. Gabrielle era o único membro da sua família, que apreciava ler e frequentemente ficava imersa em seus romances, negligenciando a vida mundana ao seu redor. Lestat a admirava e ela o odiava por isso, mas ele foi a única pessoa de sua família, com quem ela também poderia trocar confidências de modo que eles desenvolveram um silencioso e forte vínculo. Por este motivo ele a escolheu para ser sua primeira companheira vampira, na ocasião em que ela chega a Paris, querendo vê-lo antes que sucumbisse à sua doença fatal.
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Sua vida como mortal

Lestat é o sétimo filho do marquês d'Auvergne e nasceu em 1760, em Auvergne, França, em um castelo pertencente a seus antepassados. Apesar da sua aparente nobreza ele cresceu em uma pobreza relativa; seus antepassados esbanjaram as riquezas da família delapidando assim a fortuna familiar. Como o mais novo filho da família, Lestat ascendia a nada herdar. Sua relação com seu pai e irmãos eram tensas devido a diferenças irreconciliáveis. No penultimo livro das cronicas ele esplica que seu nome foi formado com as iniciais do nome dos seus irmaos
Talvez o momento mais crucial de sua vida mortal, foi quando as pessoas da cidade vieram para lhe falar sobre lobos que entraram na aldeia assustando as pessoas. E enquanto caçava ao redor das montanhas de Auvergne, foi atacado por oito lobos, que quase causaram sua morte. A morte de seu cão de caça e seu cavalo, teve um profundo efeito sobre sua aparente estabilidade mental. Ele retornou para casa, determinado a seguir o seu próprio caminho.
Lestat cai numa profunda depressão após seu encontro com os lobos e perde o sentido da vida, e acompanhado de um amigo violinista de nome Nicolas, ele deixa Auvergne e vai para Paris, com intenção de se tornar um ator de teatro. Durante uma peça, ele atraiu a atenção de um antigo vampiro chamado Magnus, que o rapta e transforma em vampiro contra vontade, e depois se lança ao fogo
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Sobre lestat de Lioncourt

Lestat de Lioncourt é um personagem fictício que aparece em vários dos romances de Anne Rice, incluindo O Vampiro Lestat. Ele é um vampiro, e o principal personagem, na maioria das Crônicas Vampirescas (Vampire Chronicles) onde o mesmo é narrado em primeira pessoa.


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Cemiterios da cidade

Cemitérios são elementos comuns na paisagem das grandes metrópoles. Porém, além da imagem macabra, referência recorrente em narrativas de terror, os cemitérios agregam muito mais valor cultural do que se pode presumir.
É neste local que se encontra eternizada a memória de grandes personalidades da história e de incontáveis anônimos. É também nos cemitérios que se encontra algumas das esculturas mais relevantes do acervo de Brecheret e Brizzolara; além de uma riquíssima simbologia herdada ao longo da história e das transformações sociais e culturais.
Produzido por Samira Adel Osman e Olívia Cristina Ferreira Ribeiro, o artigo Arte, História, Turismo e Lazer nos cemitérios da cidade de São Paulo, expõe os valores históricos e culturais dos principais cemitérios desta metrópole, através de referências literárias, registros de publicações e dissertações acadêmicas
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Glossário Cemiterial

Do árabe attabut. Arca de origem egípcia.

Cadáver
Do latim cadavere. Talvez de caro data vermibus (carne dada aos vermes).

Caixão
Do grego kapsa, do latim capsa. Aumentativo de caixa.

Campa
Talvez do latim campana. Laje sepulcral.

Catacumba
Do grego katákymbe, pelo latim catacumba. Escavação.

Cemitério
Do grego koimetérion, pelo latim coemeteriu. Dormitório (em alusão ao sono eterno).

Cova
Do latim covus = cavus. Cavidade.

Cripta
Do grego krýpte, pelo latim crypta. Subterrâneo das igrejas onde enterravam-se os mortos.

Defunto
Do latim defunctu. Particípio de de + fungor. Falecido.

Epitáfio
Do grego epitáphion, pelo latim epitaphiu. Inscrição tumular.

Esquife
Do antigo alemão skif, ou do grego skáphos. Navio, barco. Alusão a um caixão de defunto.

Exumar
Do latim exhumare; ex = fora + húmus = terra. Desenterrar (cadáveres).

Féretro
Do latim feretrum, de fero (transportar). Maca para transportar os mortos.

Fúnebre
Do latim funebre. Relativo à morte.

Funeral
Do latim funerallis, funebris, de funus. Enterro.

Inumar
Do latim in = dentro + húmus = terra. Sepultar.

Jazigo
Do latim jacere (de jazer). Estar estendido, deitado.

Lápide
Do latim lapis, lapidis. Pedra, ou pedra funerária.

Luto
Do latim lucto. Sentimento de pesar pela morte de alguém.

Mausoléu
Do grego mausóleion, pelo latim mausoléu. Túmulo grandioso de Mausolo, rei da Caria.

Mortalha
Do latim mortalia. O que diz respeito aos mortais, mortal.

Morte
Do latim mors, mortis. Falecimento.

Necrópole
Do grego nékros = cadáver + polis = cidade. Sinônimo de cemitério.

Ossuário
Do latim ossu = osso + sufixo ário. Local de ossos.

Réquiem
Do latim re + quies e re + quietis. Repouso, descanso.

Sarcófago
Do grego sarkó = carne + phagos = que come. Pelo latim sarcophagu. Sinônimo de túmulo.

Sepulcro
Do latim sepulcrum. Sepultura.

Tétrico
Do latim tetricu. Fúnebre, muito triste.

Tumba
Do grego tymbos, pelo latim tumba. Lápide sepulcral.

Túmulo
Do latim tumulus. Elevação de terreno, montículo de terra.

Urna (funerária)
Do latim urna. Vaso, recipiente.

Velório
Do latim velo. Velar, cobrir a cabeça, cingir-se. Adicionado ao sufixo ório = lugar onde se vela.

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